e mais Gringos

Continuando…

O voo pro Rio foi….tenso. É o que eles chamam de Red Eye, aquele voo da noite. E eu tive que sentar na poltrona do corredor, ou seja, nenhum bom lugar pra encostar a cabeça. Fora que o pouso foi o mais tremido da minha história. Chegamos umas 6 e pouquinho e fomos direto pro albergue, o CabanaCopa (haha). A primeira coisa que reparamos foi a ladeira pra chegar lá, mas acabou que o albergue é bem localizado. O ruim foi a gente chegar lá e não ter ninguém na recepção, porque não é 24hr. Aí, quando deu 8h, chegou o moço da recepção só pra dizer que a gente só ia poder fazer check in as 14h. Deixamos as malas lá e fomos pra praia de Copacabana dar um tempo. Ficamos num quiosque quase em frente ao Copacabana Palace. E foi água de coco e muita conversa até 13h, quando decidimos que já era hora de voltar. Fizemos o check in e dormimos a tarde toda!

Acordamos quase 19h e enrolamos pra nos arrumar pra sair. A intenção era ir comer algo. No nosso dormitório, era nós três mais uma roommate, que até hoje não sabemos o nome porque não entendemos quando ela disse. Depois de prontos, ela disse que conhecia um lugar perto onde poderíamos comer. O lugar era perto da praia, e tinha muitos gringos lá, assim como muitas ladies of the night (como a tiffany as chama). Comemos e logo voltamos pro albergue. De lá, resolvemos ir pra Lapa, que era o que o Shawn achava que ia bombar. Fomos e voltamos antes das 2h da manhã. Tenho quase certeza de que o lugar onde fomos é o mesmo onde gravaram cenas de Amanhecer =x

No sábado, acordamos 8 e pouquinho, tomamos café, banho e nos arrumamos. O passeio do dia era o Big Jesus (apelido que o Shawn deu pro Cristo Redentor). Chegamos lá quase 11h eu acho. Ao invés de pegar o bondinho, fomos de van mesmo. Esperar naquele sol pra quê?! Gringos fazendo sucesso, galera da van curtindo conversar com eles. Fomos no mirante Santa Marta e depois no Big Jesus. Haja escada no sol do meio dia hein…O melhor de tudo foi a volta…quando um bêbado decidiu falar com a gente. Eu fingi que não falava português pra ver se ele ia embora. Ele pegou o mesmo ônibus que a gente e fez a galera de lá rir e se estressa. E no final deu tudo certo. De noite, decidimos ir pra uma ‘boate’, a Casa da Matriz, que eu já tinha ouvido falar e que parecia ser boa. Antes de ir, tentamos ir na Pizza Hut, mas tava lotada, acabamos indo no Informal, um boteco na mesma rua. Saímos de lá um pouco mais 00h. Não sei que horas chegamos na Matriz, mas tinha pouca gente. O que de certa forma era bom.O alto da noite foi um cara de barba meio que ‘dando em cima’ da Tiffany, basicamente esfregando a barba dele no braço dela. E a gente na pista de dança, também foi legal.

No domingo, a gente tinha que mudar de quarto cedo, porque a nossa reserva era até domingo, e ai decidimos continuar no mesmo albergue. Acabamos indo pra um dormitório de 9 pessoas. Dormimos quase a tarde toda de domingo. No finalzinho, fomos na feirinha hippie em Ipanema. Depois fomos tomar água de coco na praia e caminhar. Na volta, jantamos na Domino’s e fomos pro albergue. O Shawn ainda saiu depois, com nossos roommates.

Na segunda de manhã, o Shawn ficou dormindo e eu e a Tiffany fomos ao Pão de Açucar. Tava nublado, mas dava pra ver bastante coisa. Voltamos pro albergue, o Shawn tava acordado. Decidimos ir pra praia. Ainda estava meio nublado. Ficamos na areia por quase uma hora, pois o sol começou a aparecer. A Tiffany e Shawn ainda conseguiram entrar no mar, mas eu só molhei os pés mesmo (frio do inferno). Comemos no Copa Lima, um daqueles lanches que vendem sucos MARAVILHOSOS perto do albergue. Tomamos banho, trocamos de roupa. Já tinha comentado que iria pra Casa da Matriz mais tarde, pois um amigo meu ia discotecar lá. Decidimos que antes iríamos pro Shenanigan’s. Ótima escolha, simplesmente adoro aquele lugar. Guinness e Heineken fizeram minha felicidade. Voltamos de lá um pouco depois das 21h. No albergue, o Shawn e a Tiffany felizmente decidiram ir comigo mais uma vez na Matriz. Sempre que um roommate entrava no quarto, perguntava o que a gente ia fazer, aí o Shawn dizia que a gente ia pra Casa da Matriz. Todo mundo se empolgou, apesar da gente avisar que lá era diferente, alternativo. No final acabou indo eu, Shawn, Tiffany, Tushie (um cara da Australia), o cara de Israel, o Alemão e a Emma Stone (Stephanie, eu acho, mas parecia muito a Emma Stone). A noite foi bem divertida. Mas parece que a Emma Stone passou mal, aí o cara de Israel e o Tushie voltaram cedo com ela. Não muito depois eu, a Tiff, o Shawn e o Alemão voltamos também.

Na terça, hora de dar tchau. Acordei meio enjoada, não tomei café direito. Tive que acordar a Tiff, porque ela precisava fazer check out também. Fiquei conversando com eles enquanto tomavam café, até meu táxi chegar. Foi uma despedida estranha. Não consegui me prolongar nem dizer muita coisa, porque realmente não sabia o que dizer. Mas tive e tenho a impressão de que essa com certeza não vai ser a última vez que encontrarei os dois!

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Gringos

Que ano que foi 2011! Ano novo na Times Square, aniversário na presença da banda favorita do momento em NYC, viagem pro Chile, conhecer pessoalmente um grande amigo da internet, promover meu primeiro evento…. e a última aventura do ano foi passear por aí com amigos gringos.

Tudo começou quando um dia eu tava no FB e tinha uma mensagem de uma ‘amiga’ Tiffany, do Canadá. Na verdade, ela é professora na escola onde eu fui fazer intercambio. Ela não chegou a ser minha professora, mas acabamos nos aproximando muito por lá. E no último dia de aula, ela disse que queria vir ao Brasil, e conhecer os tais ‘pink dolphins’ que eu tinha comentado.

Aí, fui ler essa mensagem que ela deixou no FB. Simplesmentia dizia que ela ia casar em Agosto e estava pensando em passar a lua de mel na América do Sul no final do ano. Achei demais, fiquei super empolgada, falei que se ela viesse ao Brasil, eu iria encontrá-la e disse que se precisasse de qualquer coisa, era só falar.

Chegou Agosto. Vi as fotos do casamento e tudo mais. E ficou por isso mesmo. Em Setembro, ela entrou mandou outra mensagem, perguntando se eu podia ser o contato para o visto brasileiro dela. Foi ai que eu realmente passei a acreditar que ela estava vindo realmente.

Depois de um tempinho e mais algumas mensagens trocadas, as datas foram lançadas. Ela iria para o Peru primeiro, Machu Picchu e coisa e tal, dia 27 de Novembro, depois iria para Buenos Aires, e depois e atravessar pro Brasil em Foz do Iguaçu, pegar um avião lá e vir pra Manaus dia 13 de dezembro. Decidimos que eles ficariam até o dia 15 e aí iríamos juntos pro Rio de Janeiro, ficar lá até o dia 20.

Dia 13 de dezembro, lá estava eu no aeroporto. Logo que cheguei, vi que as tvs que informam horário dos voos não estavam funcionando, e o deles com certeza estava atrasado. Depois de várias voltas, consegui avistá-los esperando suas bagagens. Meu coração deu um salto enorme quando vi a Tiffany lá, aqui, em Manaus, o meu mundo real. Eles não demoraram muito pra sair e quando o fizeram, ela logo me viu. Abriu um sorrisão e veio na minha direção. Eu abri um sorrisão, me apressei em encontrá-la e estava prestes a dar gritinhos de felicidade, quando percebi as pessoas ao redor olhando engraçado.

O Shawn, marido dela, precisava trocar dinheiro, então a gente ficou um tempinho esperando por ele no aeroporto. Como era bom falar inglês daquele jeito de novo. Ela me contou da viagem que tinham feito até agora e coisas do tipo. Depois, fomos pro carro e decidimos ir almoçar num shopping daqui, antes de levá-los pra minha casa, onde eles iriam ficar. Fomos ao Manauara e comemos macarrão. Demos uma voltinha na Saraiva, o Shawn saiu pra fumar e logo fomos embora. Nesse ponto, eu já tinha parado de me importar com as pessoas olhando pra gente, talvez por estarmos falando inglês, ou talvez pelo fato de eles serem super altos e brancos, e ela ser ruiva. Bem gringos mesmo.

De noite, fomos pra uma pizzaria aqui perto de casa. Demos sorte porque era rodizio, tamanha terça feira. Por experiência, sabia que aquilo seria uma coisa nova pra eles, já que no Canadá, principalmente em Halifax, eles não tinham rodizios e muito menos tantos sabores diferentes de pizza. Eles se espantaram, no bom sentido.

Na quarta, eu tive que trabalhar de manhã. Na hora do almoço, fui busca minha irmã Luana, e fomos fazer o passeio do Encontro das Águas. Nunca tinha ido lá. Era tão turista quanto eles. Estava muito sol naquele dia, e quente também, mas o passeio foi super legal, tiramos foto bem no meio do encontro, fomos numa ilha ver vitória-régias e árvores enormes. Na volta, deixei a Luana na casa dela e fomos pra casa. No final da tarde, levei eles ao centro, para conhecer o Teatro Amazonas. Já tinha feito a visita lá por conta de um conhecido que veio trabalhar aqui e acabou indo comigo lá conhecer. Mais um passeio de turista mesmo. Lá na praça, tomamos sorvete e caminhamos pra ver a decoração de natal. Deixei eles em casa e fui fazer um prova na faculdade. Saí de lá quase nove e meia, cheguei em casa e perguntei se eles estavam a fim de sair pra comer. Acho que nunca saí tantos dias seguidos assim, haha. A Tiffany disse que tava de boa, mas o Shawn tava meio com fome e com cara de quem queria sair mesmo. Busquei a Luana e a gente foi pra Cachaçaria do Dedé do Parque 10, já que eram mais de 22h pra ir na do Manauara. Lá eu comi os pastéis que tanto amo. Eles comeram escondidinho e a Tiffany provou Caipilé.Saimos de lá um pouco depois de 00H30.

Na quinta, acordamos ‘cedo’. O passeio do dia era para Novo Airão, para finalmente ver os ‘pink dolphins’ ou botos cor de rosa. A cidadezinha fica a praticamente 3 horas de Manaus. Atravessamos a ponte do Rio Negro às 9h30 e chegamos lá 12h. Super fácil de achar o lugar, o pessoal lá muito simpático, vimos vários botos e tiramos um milhão de fotos. De lá, fomos almoçar num restaurante próximo, que por sinal é muito bom, visto que eles amaram o almoço (carne de sol). Voltamos 14h e chegamos em Manaus 16h30. Em casa, era a hora de arrumar as malas e ir pro aeroporto.

Essa história tem segunda parte, aguardem!

Aventuras: do final

Terça, dia 4 de Janeiro de 2011.

Esse dia começou na cama. Dormi até umas duas da tarde porque passei a noite no hospital né. Acordei só a fome, me arrumei como uma bala e saí, afinal, era meu último dia lá e eu ainda tinha lembranças pra comprar. De todas os lugares que eu ainda queria ir, decidi pela Barnes & Noble.

Lembrei de quando a Saraiva MegaStore abriu aqui e todo mundo pirou nela. Acho que a sensação que essas pessoas (todo mundo) tiveram foi, tipo assim, 1/3 do que eu senti lá. Quatro andares de puro luxo. Livros e mais livros e livros e mais livros. Livros BONS. E quando eu digo bons, eu digo livros que me interessam realmente. Clássicos, BARATOS. Um mundo de perdição. Fiquei igual barata tonta lá e ainda gastei míseros 150 dólares. Míseros sim porque ainda tinha um mundo de coisa que eu queria e que dava pra eu ter comprado. Mas não comprei porque ACHAVA que minha compra já tava ultrapassando 300 dólares, veja você.

Depois de lá fui na Mc descolar uma batata frita. Voltei pra ‘casa’ de táxi (ah, a preguiça…) e fui arrumar minhas coisas. FIM.

Brincadeirinha.

Na real, minha viagem à NYC acabou basicamente aí. Fui pro aeroporto, passei mal, peguei o avião pra Halifax e fui ser feliz. Ou quase isso. Minha viagem pra Halifax é pessoal. Se tornou pessoal desde o momento que eu parei de escrever de lá quando tava no intercâmbio (mentira, primeiro foi a preguiça).

Encontrei amigos lá, uns muito chegados, outros que eu quase nem falava, conheci pessoas e a vontade de ficar lá aumentou significantemente. Na real, a vontade de NÃO voltar aumentou. Não tenho 100% de certeza de que quando eu for me mudar, eu vá pra lá. Mas visistar, sempre!

Então, último dia sem graça, post sem graça, sorry. MAS MAS MAS, já notaram as mudanças? Não digo nem do layout (que no momento é provisório), mas do nome. SIIIIM, mudei o domínio, agora sou clau-strophobic *-* Just like my Tumblr . Me sinto na quinta série de novo, quando eu tinha um nick pra tudo. TENSO.

Well, té mais e see you soon!

Aventuras: Do perrengue master

Segunda. Dia 3 de janeiro de 2011.

Diego já tinha ido embora. Luciana ia embora 12 e pouquinho. Ela e a Inês saíram pro Central Park cedo de manhã ( elas viraram a noite) e eu fui fazer compras (leia-se comprar blusas pro meu irmão).

Saí de vestido, sem meia, por causa da tattoo. Tinha perdido minhas luvas na noite de ano novo e não comprei outras. Ou seja, morri de frio. Pior, me PERDI e morri de frio. Na maioria das vezes meu senso de direção é fora do normal de bom. Só que minha cabeça é meio bagunçada. Por exemplo, a ponta da ilha de Manhattan é o que nós chamamos de downtown, o centro né. Então quando a gente tá no hostel, lá perto do Central Park e vai pra Times Square, por exemplo, a gente fala que vai ‘descer’. Deu pra sacar né? Só que meu cérebro não aceita essa ideia. Nele, o mapa de NYC está configurado de tal forma que a ponta de Manhattan (Wall Street, Downtown) tá no topo, ou seja, em cima. Então a ideia pra é pra sempre a de subir e não descer.

Complicações a parte, eu me perdi. E tava tão frio que eu fiquei entrando em todas as lojas possíveis pra me aquecer um pouco. Perdi quase uma hora meia andando andando andando, tentando me achar. Não que fosse dificil, eu tava com mapa e tudo bonitinho… Só que me perdi bem longe da onde eu queria chegar.

Anyway, finalmente achei o lugar, uma loja da Hollister (meu irmão; tirem suas próprias conclusões). De quebra ainda achei uma Best Buy (lá é o que mais tem olha…) e finalmente comprei o Ipod (ta na foto de lá da cabeça do blog, vê)… Beleza. Já era quase meio dia e a Luciana ia embora uma e pouco, então decidi pegar um táxi de volta pro hostel pra dar tempo de dar tchau (é hora de dar tchau).

Cheguei no hostel, subi e fui logo mexer no Ipod. Perdi a noção da hora. Já eram mais de 1h. Desci como um cometa mas já era tarde demais. A Luciana já tinha ido embora e a Inês tava me esperando pra sair. A lista de lugares foi relativamente grande: fomos a loja de design do Moma, Rockefeller Center, loja da Lego, St Patrick Cathedral, loja da Aple e a F A O Schwarz, loja de brinquedo do filme Big, onde o Tom Hanks e o Robert Loggia tocam o piano gigante:

Só que esse piano não é mais aí perto da entrada. Ele tem um lugar especial pra ele nos fundos e qualquer pessoa pode ir lá tocar. Eu tenho fotos, mas ainda estou colocando no flickr, então fiquem de olho lá se quiserem ver o resto das fotos.

Ai beleza, fomos pro metrô. Inês passa o cartão e vai. Na minha vez, eu descubro que to sem ‘crédito’ pra passar. Chego na máquina de comprar crédito, ela não esta aceitando cédulas. Uso o cartão de crédito, mas não tenho a senha dele. Resumindo, depois de meia hora e de juntar muita moeda (ainda com a ajuda da galera da fila), eu consegui passar. UFA.

Chegamos no hostel e a Inês tava meio mal do estômago. Dei um remédio pra ela e fiquei lá no quarto dela, usando a internet hehe. A dor dela não passou, na verdade piorou. TENSO. Fiquei lá mais uns dez minutos e nada da dor passar. Liguei pro namoradinho dela que trabalha no hostel, pra ele dar uma força (leia-se alguma ideia do que fazer, o que nós duas não tínhamos) e nada dele atender. Fiquei mais um tempo lá e resolvi descer, enquanto ela tentava dormir. Ainda eram cinco e pouco da tarde, fiquei enrolando na internet. Não demorou muito até a Inês aparecer e pedir pra eu tentar ligar pro Andre (o namoradinha dela) de novo, porque ela tava passando muito mal, não melhorava e a gente não sabia o que fazer. Consegui falar com ele. Enquanto ele ficava com ela no quarto, saí pra caçar um remédio. Veja bem, era quase meia noite nessa altura do campeonato. Eu fui, peguei o metrô forever alone e ainda andei um pouco numa rua escura e deserta, até chegar na farmácia. AGORA digue lá se meu santo não é forte??

Enfim, resumindo porque a noite foi longa, a Inês passou muito mal e uma e pouco da manhã a gente (eu e o Andre, porque nessa altura a Inês estava tipo assim, desmaiada) resolveu ligar pro 911. Ficamos horas no hospital esperando pra alguem vir dar SORO pra ela e alguma coisa pra dor. Foi uma coisa muito tensa. Minhas pernas não aguentavam mais e não tinha onde sentar. Fiquei lá das uma da manhã até as dez e meia, que foi quando o Andre chegou pra ficar com ela. Nessa altura do campeonato já era dia 4 de janeiro hehehe.

Então, próximo post será o ultimo dessa aventura. Aguardem!

Aventuras: do programa de domingo.

2 de Janeiro de 2011.

Sábado até que tinha sido produtivo, muitas andanças e a vontade de comprar o tal do Ipod. O Diego tinha decidido ir no voo da tarde, das 5 horas, então ele ainda tava por lá. Ele ainda tinha uns 80 dólares no cartão dele que ele queria torrar antes de voltar. Luciana ainda tinha compras pra fazer, além de ter que comprar nossos ingressos pra Broadway, que a gente não conseguiu na noite anterior. E eu fui porque tinha uma missão a realizar. Inês ficou no hostel porque tinha uma trabalho pra terminar.

Pegamos o metrô, decemos perto da Macy’s. Era a primeira parada, mas a loja ainda estava fechada. Fomos ‘tomar café’ no Burguer King (eu não, já tinha comido alguma coisa antes de sair). Depois de lá, passamos em frente a Macy’s de novo. Ainda fechada. Do outro lado da rua tinha a H&M. Decidimos ir lá, pois o Diego se apaixonou pela loja e queria torrar seu dinheirinho lá.

Não sei porque estava com um impulso de não comprar muita coisa. No fundo, acho que queria comprar roupas no Canadá mesmo, sei lá. Sei que fiquei olhando enquanto esperava a Luciana e o Diego. Comprei maquiagem e esmalte, bem baratos por sinal. Já eram quase 11 horas quando os dois terminaram. A Luciana ia voltar pra Macy’s, o Diego ia atrás de alguma coisa pra Olívia e eu tinha minha missão. Dei o dinheiro pra Luciana comprar meu ingresso, me despedi e parti.

A minha missão, poucos sabem, era ir fazer minha tattoo. Eu tinha até então três tattoos. A primeira, um camaleão feito aqui em Manaus. A segunda, um floco de neve com ondinhas meio tribais, feita em São Paulo. E a terceira, uma frase invertida, feita em Halifax. Daí, quando estava pensando em ir pra NYC, de repente notei que cada uma das minhas tattoos foram feitas em cidades diferentes. Pronto, tinha que fazer uma lá também. Escolhi fazer a skyline de NYC em uma moldura. Tinha uma frase pra acompanhar também, mas não fiz. Talvez eu adicione depois.

Anyway, voltando. Meu appointment tava marcado para 12:00. Ainda eram 11horas. Fui tentar tirar dinheiro. FAIL. Fiquei uns 20 minutos na frente do lugar.

NYC

Desisti. Fui andar um pouco. Encontrei uma loja de roupas baratas, a Rainbow. Achei lá minha jaqueta/casaco pro frio (aqueles meio acolchoados) e uma bota que não era que nem minha bota de combate, era uma melhorzinha, de salto (super baaaaaixo), estilosa. Paguei 31 dólares pelos dois. APENAS.

Saí da  loja e ainda faltavam 15 minutos pro meio dia. Fui andando de volta e fiquei esperando novamente. ARRÁ, um carinha desceu a escada, abriu a porta, perguntou se eu era ‘ betty’s noon appointment’ e falou pra subir. Cheguei lá em cima, lugar legal, estiloso, arrumado. Minha tatuadora, Betty Rose,

já estava lá e foi logo me atender. Super simpática, atenciosa. Bem, até a hora de ir fazer a tattoo. Sei lá, ela foi legal, mas na hora da tattoo ela simplesmente esqueceu que eu estava ali. Mal falava comigo. Anyway, no final ela voltou a ser super simpática e tudo mais.

A foto da tattoo realmente eu não tenho. Então fica pra próxima.

Depois de quatro horas, eu saí de lá ainda na esperança de ir em outra Best Buy e comprar o Ipod. Quando ia entrar no metro, a Luciana sai de lá. Sabe essas coisas que acontecem uma vez na vida, outra na morte? Pois é, encontrar alguém no metro sem nem ter combinado nem nada, e em NYC! Voltamos pra ‘casa’ juntas. Perguntei do ingresso e ela começou a falar da fila mimimi blablabla ela queria ver mamma mia, na fila tavam falando de um tal de american idiot mimimi blablabla, chegou na vez dela esgotou… Resumindo, não sabia pra qual musical ela tinha comprado o ingresso.

Sei que chegamos cinco minutos atrasadas lá porque ainda tentamos ir na loja de brinquedos F A O Schwarz. Ah, fomos ver o American Idiot, musical baseado/escrito/sei lá mais o quê pelo Green Day ( leia-se Billie Joe).

Olha, pra quem não esperava nada, o musical foi bem legal. Atores bonitos, musicas legais… Até cantaram Wake Me Up When September Ends… EU RI. Sem falar, claro, que com a nossa super sorte, naquela noite o próprio Billie Joe tava lá. Engraçado foi que entrou um cara no palco, a galera começou a gritar. Eu e Luciana nos olhamos tipo WTF. Depois de uns 10 minutos, TCHANRAN…

‘Luciana, AQUELE é o BILLIE JOE!’ repeti umas cinco vezes isso. E era mesmo.

Ache o Billie na foto. Dica: ele está acordado.

 

Tanto era ele que no final do Musical, lá fora, tinha uma penca de gente esperando. Eu até quis ficar lá e ver ele sair, mas tava muito frio e a gente tava cansada. Mas valeu os 67 dólares pagos.

Até mais!!!

Aventuras: do dia seguinte.

Voltei, por isso os posts nem são mais made in canada =(

Anyway.

Dia 1° de Janeiro de 2011.

Dia seguinte. Bom, eu acordei maravilhosamente bem às 11 e pouquinho. Levantei, me arrumei, desci. Encontrei o Diego no lounge com uma cara de acabado, mas ele tava acordado. Opa, vamos sair. Decidimos que iríamos fazer compras. Sim, minha gente, Diego curte fazer compras!!

Antes de sair, lembrei que em alguma parte do dia anterior a Luciana tinha comentado que queria ir ver alguma peça na Broadway. O Fantasma da Ópera. Meus olhos brilharam. Achei que só faria isso se um dia eu chegasse a ir pra NYC com a Larissa, até acho que
comentei com ela isso. Mas ali estava minha chance de ouro de fazer mais coisas legais.

Então fui no quarto das meninas e bati de leve. A Inês atendeu e tava com uma cara de sono ferrada. Falei pra ela dizer pra Luciana me esperar pra ir comprar os ingressos pro Musical. Missão cumprida, Inês voltou a dormir e eu e Diego saímos.

A ideia era ir na Century 21, fazer umas comprinhas e depois ir no Píer 17 (eu acho). E voltar antes das quatro, pra sair de novo e comprar o ingresso. Então fomos. Pegamos o metrô, descemos na estação e fomos andar. Claro que no caminho tinha nada mais nada menos que o lugar onde ficava o World Trade Center. E não é segredo nenhum que eles estão construindo outro, maior até.

NYC

Acho legal que minhas fotos ficaram todas assim, nesse tom cinza/azulado. Esse é o inverno, minha gente. Eu com certeza prefiro as cores do Outono… Até a primavera e o verão são lindos, mas esse ar sombrio do inverno é algo assim, inexplicável, parece coisa de outro mundo. Sem falar no estilo de vida que temos no inverno. As roupas maravilhosas e que me deixam com cara mais normal (me deixam menos magra hahaha) e o ato de comprar café (no meu caso, chocolate quente) por necessidade e não vaidade ou qualquer outro motivo que leve pessoas que moram no calor da pqp a tomar café como se estivessem na Europa como querer ficar mais tempo acordado. O inverno pode ser deprimente pra muitos, eu até entendo. Os dias são escuros e sem vida. Mas uma vez ou outra acabam me arracando sorrisinhos. Adoro demais.

Depois de caminhar um pouquinho mais, chegamos lá.

NYC

Não que fosse tão longe, saímos do hostel quase uma e chegamos lá quase duas. Decidimos fazer compras por uma hora. E às três eu já estava esperando o Diego terminar de pagar. Resolvemos voltar. O Diego iria embora no dia seguinte, de manhã. Daí ele ficou comentando sobre os planos malucos dele de ir de metrô, antes da meia noite e pegar o voo dele, sete manhã.

Chegamos no hostel lá pelas cinco e as meninas estavam acordadas. Levamos uma meia hora pra sair de novo. O Diego ficou arrumando a mala e com meu Ipod, tentando consertar o dele. A nossa intenção era ir na Best Buy e em algumas outras lojas pois a Luciana e a Inês tinham coisas pra comprar e depois ir comprar os ingressos do musical.

Na saída do metrô tinha um Dallas BBQ. Resolvemos parar lá pra comer. Na falta de batata-frita, pedi uma Caesar Salad. Já tinha experimentado essa salada antes, mas NUNCA tinha visto tanta folha na minha vida. Demorei quase uma hora pra comer e nem chegou perto do final. Anyway.

Fomos andar. Andar, andar, andar. Coisa boa que é andar e não sentir o tempo nem a distância passar. Nem suar, nem cansar. Fomos na Best Buy primeiro. Olhamos câmeras, netbooks, Ipods. IPODS.

“Ipod touch 4g 32GB 300 dólares. Poxa, tá barato né?
Tá sim! Acho que vou comprar um novo. Olha só o que ele tem: (passa mil anos mexendo no Ipod).
Caramba, que lindo, eu quero. Se você comprar eu compro.
Eu vou comprar.
Ok, eu também quero. (esta sou eu, maria-vai-com-as-outras).
We want an Ipod 32Gb.
Sorry, we don’t have the 32GB. It’s Sold Out.
FAIL.”

Sim. Não comprei nesse dia, mas me apaixonei por ele e encasquetei que queria. Eu, totalmente apaixonada pela BlackBerry ( o Bold), querendo algo da Apple.Sei não hein. Andamos mais, fomos em outras lojas e eu lá, pensando no Ipod. Fomos até em outra Best Buy, mas chegamos 15 minutos atrasadas. Compraria no dia seguinte.

Chegamos na Times Square. A Luciana foi pra loja de relógio e eu e a Inês, pra de tênis. Ficamos lá por mais de uma hora. A Luciana passou lá e disse que ia em algum lugar tirar dinheiro. Resumo da história, nos perdemos. Eu e Inês ainda procuramos, mas não achamos. Fomos para casa (hahahaha). End of the day.

Aventuras: do grande dia pt 2

Hora da festa. Ela seria na 42nd Street, no AMC theatre, no coração da Times Square. Na real essa era a única festa que eu podia entrar (under 21). Acabou que as nossas amigas brasileiras, a Luciana e a Inês(que eu ainda não conhecia), iriam pra mesma festa.

A festa em si era muita onda. Num teatro, entenda por CINEMA. E tinha vários tipos de ingresso. Claro que pra mim era só um, os do under 21, que custou 25 dólares. Tinha o simples de 35 dólares para maiores (O do Diego e das meninas), que dava acesso a uma outra area, com open bar. Daí tinha mais uns de ricassos, com direito a ir pro terraço ver a Ball Drop e bla bla bla…. Sei que vi ingresso de até 350 dólares (pra grupo de 4 pessoas e que vinha com Champagne).

Anyway, deixa eu lhes dizer que ir numa festa de ano novo na Times Square foi a melhor decisão que eu fiz na vida (98% das minhas decisões dão errado). Primeiro porque a noite de ano novo é FRIA. É um frio desconfortável e você supostamente tem que aguentá-lo por pelo menos 2,3 horas, se você decidir ver o Ball Drop na rua(tem que chegar cedo pra garantir um lugar decente). Depois que você só tem acesso a Times Square propriamente dita se você tiver ingresso pra alguma festa. Sim, eles fecham a Times Square e quem for ver na rua fica LONGE.

Então, depois do passeio no Central Park, chegamos no hotel 5 e pouquinho e eu, como boa agoniada, queria partir pra festa 6 horas, já contando com os atrasos do metro, andanças, e todos os imprevistos possíveis. A Luciana disse que nem precisava ir tão cedo assim, que o metrô tava funcionando direitinho e que o portão pra festa só abria 8 horas e coisa e tal. Me convenci a sair oito horas mesmo, com eles.

Fui pro quarto, descansei uns poucos minutos, e comecei a me arrumar. Em meia hora tava pronta (sem maquiagem né, os olhos não permitem ainda x=). Eram sete horas ainda. Subi pro quarto do Diego e fiquei enrolando lá até sete e meia. Daí eu desci enquanto ele continuava a se arrumar (Diego é uma moça pra se arrumar, pqp. mas o cara tem estilo né, tenho que relevar). Enrolei, enrolei, enrolei. Dez pras oito, nada de ninguém. Fui la embaixo no lounge (que é no ‘sotão’) ver se tinha alguem por lá. Nada. Quando subi, encontrei com a Inês pela primeira vez, que já tava me perguntando se eu era a amiga do Diego e dizendo que elas já estavam quase prontas. Eu falei que era e que tudo bem, eu ainda tava esperando ele. Ela disse que quando ele descesse, a gente podia ir lá pro quarto delas esperar.

Oito horas em ponto. O Diego aparece. Esperamos uns cinco minutos na recepção e resolvemos subir pro quarto delas. Chegando lá a Inês já tava pronta e a Luciana tava terminando a maquiagem. A gente falou que ia esperar lá embaixo mesmo. Quando voltamos pra recepção, tinha uma moça lá em pé esperando. Sentamos no sofá e ficamos lá esperando. Daí entrou um pessoal do hostel falando meio alto com ela. Pelo que deu pra entender, alguem tava fazendo alguma coisa errada e ela tinha que resolver, se não era multa.

Resumindo essa história, o cunhado dela tava lá fora fumando, o que parece que não pode. HIHIHI. Ela foi lá chamar ele e depois sentou com a gente e puxou papo. Depois de algumas frases trocadas em inglês, a gente descobre que ela também é brasileira, que tava lá pra ir pruma festa no ano novo com a irmã dela, que mora em algum lugar que eu não lembro qual é agora, e é casada/namorada desse americano. Muito louco, cara. A gente ainda ficou um tempo batendo papo, tiramos fotos (cadê essas fotos agora?) E aí a gente finalmente partiu, quase nove horas já.

O metrô não demorou horrores e nem tava cheio. Não tinha muita polícia e eles nem estavam revistando ninguém por lá. Descemos na nossa estação e fomos atrás da 42nd Street. Ali sim tava o aperto. Gente pra todo lado se espremendo. Aquela coisa de show lotado sabe? E você tenta passar, avançar e as pessoas só vão te apertando mais e mais. Seria até ‘normal’ se não fosse pelo fato de eu estar usando cachecol e as pessoas começarem a puxá-lo e eu quase morrer sufocada. TENSO. Mas aí eu não morri, e a gente achou um policial, falou que tinha ingressos e ele deu um gritão pra galera abrir espaço pra gente passar *-*

Depois do sufoco, a gente teve que ir pra uma fila pra entrar. Uma fila pequena, mas que não estava se movendo. Logo que a gente chegou no final da fila chegou também um grupo de garotos. PLIM. Garotos bonitos. De primeira eu nem vi né. Mas aí depois que a gente tava nos nossos lugares, eu dei uma olhada de leve. Foi só eu me virar pra espiá-los que o menino mais próximo lança um HI. Meus olhos brilharam. Ahhh New York, sua linda. O Diego e as meninas estavam conversando um pouco mais a frente, então era tipo só eu conversando com 4 meninos. Não lembro exatamente o que a gente conversou, sei que um deles morava em New Jersey e os outros estavam visitando-o, de Chicago. Um deles parecia com o Jesse McCartney

o outro, o Brian, parecia com um garoto que eu conheço de vista de Manaus. O bonitinho que falou comigo primeiro é descendente de irlandês e o que mora em New Jersey é um alto, o Matthew. Daí as meninas se aprochegaram e todos nós estávamos lá conversando. E conversa foi e voltou e foi e voltou. Numa dessas, que as meninas estavam conversando com o Diego de novo, eu lá na minha autistando, acabei vendo movimentos suspeitos. Tentei disfarçar, fingir que não vi. Mas uns segundos depois o bonitinho que eu esqueci o nome (porque né ninguem se apresentou HAHA) virou pra mim e perguntou se eu queria. MEDO PRA SEMPRE. Olhei pra ele com a cara mais desconfiada do mundo. Ai olhei pra baixo e era Whisky HAHAHA, daqueles Brandy (sei lá, não é minha praia ok). Aí bebemos todos um pouco. Nessa altura já sabiam que eu tinha 20 anos e me chamavam de baby e ficavam tirando onda do tipo ‘ e aí vai assistir filminho de criancinha??’ (aliás, a festa sendo num cinema né, tinha filmes passando a noite toda!).

A emoção da fila foi rápida, a gente nem demorou muito lá. Entramos, eu com minha pulseira verde de criança e tudo mais. Nos perdemos deles e eu perdi um lado da minha luva (noooo, valor sentimental x=). E haja subir escada rolante. E todo mundo pedindo a minha id. Fazia tempo que eu não era de menor x= Chegamos ao piso dos de menores, várias famílias e tal, pipoca e pizza. Fomos comer. Depois disso era aquele momento decisivo onde a galera ia subir pro open bar e eu ia morrer ali vendo filmes. Foi então que as meninas disseram que tinham pulseira sobrando, porque deram outra pra elas na porta. TCHANRAN. Consegui uma pulseira pro open bar (não que eu quisesse beber, queria ir atrás dos bonitinhos). Agora era a hora de enganar a galera dos states. ADRENALINA. Naquela altura, por muita sorte, eles não pediam mais id, só pulseira, então passei de boa \o/

Lá em cima, galera indo atrás das bebidas e eu de olho pra ver se via alguém. Acabei vendo o que parecia com o menino de Manaus, o Brian, subindo pra area vip. Anyway. A festa tava legal e tal. Daí as meninas decidiram tentar subir. A gente foi atrás. Elas subiram, mas quando chegou na vez do Diego eles barraram, porque ele tava com a pulseira azul, como eu. Elas tavam com a pulseira roxa. OH VIDA. Lá ia eu morrer na praia. Fiquei um tempo com o Diego depois resolvi ir assistir um filme. PS: eram onze e pouco já. Entrei na sala, sentei, assisti um trailer. Achei que já que ia ter que ver filme, ia pegar uma bebida. Quando saí pra ir atrás do Diego com as bebidas, quem eu encontro?? Brian. A gente começa a conversar, ele me fala que tava procurando um dos amigos deles, e eu dizendo que tinha me perdido também, que as meninas tinham subido e eu não podia. Aí ele falou pra eu ir com ele, tentar a sorte. Eu fui. Ele passou na frente e quando foi na minha vez ele começou a conversar com o segurança e quando eu vi, já estava na escada rolante. URRUL. Cheguei lá em cima e as meninas estavam com os amigos dele. Aí comecei a curtir tudo de novo. Mas eram quase meia noite e cadê o Diego?! Uma olha pra cara da outra. A gente decide descer. Lá embaixo começa a comoção pra ir pra fora ver a Ball Drop cair. A gente vai no meio. Contagem regressiva que eu nem vi. Já estava era com outro drink na mão. Quando olho pro lado, Diego no outro terraço, dos vipassos. Todo mundo de boa e feliz. Meia noite. Barulheira, fogos. Não lembro muito bem. Fica a dica de como entrei o ano né?!

Não sei quando volto pra postar o resto, mas ele virá, dont worry.