AHS, Melancholia & Ano novo

American Horror Story Season Finale + Season 2

Se você ainda não viu o final de American Horror Story, nem leia.

Demorei uns dias pra realmente decidir como eu me sentia em relação à série. Primeiro, o season finale. Senti a mesma coisa que senti no primeiro episódio: TOO MUCH INFORMATION. Foi a junção do final da história dos Harmons + uma nova leva de personagens, a nova família da casa. Muita gente, pouca história. Foi legal, e a príncipio, serviu pra desguiar todos nós, fãs. Digo desguiar porque aquele final deixou a ideia de que na próxima temporada a gente realmente veria uma nova família na casa, convinvendo com os Harmons fantasmas. Pois é, Ryan Murphy, que não é nem um pouco besta, deu um tapa na cara da sociedade e decidiu que uma família nova pra casa era pouca coisa. Bom mesmo era recomeçar a série do zero: novo elenco, novo lugar pra assombrar.

Eu levei um tempo pra aceitar a ideia, mas sempre soube que ele estava certo. O nome da série é AMERICAN HORROR STORY, ou Estória de Horror Americano. E aí cabe vários tipos de histórias, não somente da família Harmon ou da Murder House.

Já se sabe que foi um bold move, uma cartada arriscada, visto que os fãs estão indo a loucura com ideia de perder Tate/Violet, Moira, Constance e os outros personagens. Eu realmente não me sinto assim. Claro que gostaria de ver mais sobre alguns personagens, acho que ainda podia render histórias muito boas, mas ok, move on. Não sou tão fechada a mudanças. Acho que rola dar uma chance a série ao invés de sair gritando por aí que agora odeia o que antes dizia amar. Passei minha infância toda ouvindo ‘você deve experimentar antes de dizer que não gosta’… então nesse caso, eu digo o mesmo pra vocês, principalmente aqueles que são (ou se dizem, ou se acham) fãs de terror e apreciaram as referências e boas músicas da série!

Melancholia

Mais um filme do grande Lars Von Trier. Eu já tinha lido sobre o filme principalmente porque é com o Alexander Skarsgard, aquele ator lindo e maravilhoso que eu perdi a chance de conhecer por pura preguiça (sim, me odeiem) e a sinopse era algo assim: bla bla bla  a colisão da Terra com outro planeta…

Enrolei o mundo pra ver esse filme, apesar de ser bastante ‘apelativo’ (pro meu gosto, é claro). Aí um dia me deparei com uma resenha que dizia a “os primeiros 8 minutos do filme estragam a história porque mostra como vai terminar…” E o texto era de um psicólogo que estava analisando o filme… Foi assim que eu decidi que tinha que ver, porque estou cansada da opinião cheia de si de psicólogos que não se dão o trabalho de ler a sinopse do filme ou então não entendem que se o final aparece no começo, provavelmente é porque não era pra ser segredo nenhum. Minha opinião, vale ressaltar, não tem nada de cult, de esperta, de nada. HAHA.

Anyway, voltando a falar do filme. Uma coisa é fato pra mim: filme do Lars é muito dificil de ver pra mim. Não por causa do conteúdo em si, mas porque acho uma viagem extremamente cansativa. Ainda assisto porque depois que você sobrevive ao cansaço, em algum ponto as coisas começam a funcionar e você acaba entendendo alguma coisa. Com Melancholia, o que eu mais gostei foi a forma como ele representou o fim do mundo. Uma forma simples, sem muito estardalhaço, se focando mais no problema das personagens do que no fato em si, que seria a histeria. Não sei dizer ao certo se o papel de Kirsten Dunst foi realmente dificil pra ela ou se ela apenas não era a atriz para ele. Na medida do possível, ela foi ok. Já a Charlotte, eu devo admitir que gostei bastante mais pelo fato de ela ter interpretado algo diferente do papel dela em Antichrist, que foi muito bom. Adoro o fato do Stellan Skarsgard estar no filme também, sou apaixonada por ele desde Dogville (‘aquela’ cena dele com a Nicole Kidman me ganhou =x)… E foi só nesse filme que percebi o sobrenome dele e achei que ele fosse irmão do Alexander… HAHAHAHA. A parte ruim do filme foi que os dois Skarsgard não apareçam bastante!

Ano novo

Bom, último post do ano, tem que falar aquelas coisas né. Bom, 2011 foi um ano e tanto pra mim, me superei. Agora é trabalhar pra que 2012 seja tão bom quanto. Devo dizer que só o fato de eu me formar no meio do ano que vem já é algo muito bom, visto que graduação = liberdade. HAHA. O problema é que eu ainda não sei exatamente o que eu vou fazer. Mas tem tempo pra pensar. Anyway, bom 2012 pra todos ae e vamo ver se vai rolar esse Apocalipse Zumbi hehehe ;D

Tudo junto e misturado.

Faltam 19 dias pro ano novo,

faltam 16 dias pra eu viajar,

faltam 12 dias pro natal,

faltam 7 dias pra eu ser operada.

Final de ano do jeitinho que eu gosto. Bem atarefadinho.

Esse provavelmente deve ser o último post do ano. Eu tava pensando em fazer os posts sobre a viagem na viagem, mas aí é perder muito tempo né? Então…

Hoje é sábado. Trabalhei o dia todo, das 8h às 18h. Tenso. Mas resolvi vir aqui meia noite e meia pra aliviar o peso dos problemas. Que aliás, nem são problemas. Mas sabe quando você tem muito tempo livre e fica pensando na vida mais do que o suficiente ? É quando eu noto coisas sobre a minha pessoa que em outro momento eu não vejo. O fato é que eu não ando saindo muito. Sério, digo isso porque eu não saio toda vez que me chamam (não saio nunca praticamente). E aí eu percebi que só queria fazer coisas simples, como ir ver filme na casa de alguém, pedir pizza e jogar conversa fora, dar uma volta de carro (bem the sims né? não?). Só que quando eu penso nessas coisas, não me vem nenhuma companhia em mente. Simplesmente não consigo pensar em ninguém que me agrade. Horrível, eu sei.

De certa forma isso resume bem o que eu sinto agora. SAD, but TRUE.

Eu podia estar ficando louca pelo fato de não querer ninguém por perto, mas na verdade eu ando me sentindo como não me sentia há bastante tempo. Uma das outras coisas que notei sobre a minha pessoa, mas esta já faz algum tempo, foi o quanto eu mudei. Não digo aquela mudança que é normal, que acontece com todo mundo. Digo da minha essência mesmo. Eu sempre fui tímida e na minha, nunca fiz questão de expor minhas opiniões… era feliz sendo invisível. Hoje em dia eu sou outra pessoa e eu odeio que essa pessoa seja praticamente o inverso de quem eu era. Além da parte da maldade que cresceu no meu coração e que vem afetando minhas atitudes.

Tudo isso tem que mudar. E não digo nem que isso é resolução de ano novo porque nem acredito mais nisso. Não gosto da ideia de ter que esperar o fim do ano velho/começo do ano novo pra tomar atitudes. Sem falar que quando a gente deseja, planeja, a gente cria expectativa e todo mundo já aprendeu, a essa altura da vida, que expectativa é uma droga. Bom, falando em resoluções, vou deixar vocês com as minhas, cantada pelo Jamie Cullum:

Next Year,
Things are gonna change,
Gonna drink less beer
And start all over again
Gonna read more books
Gonna keep up with the news
Gonna learn how to cook
And spend less money on shoes
Pay my bills on time
File my mail away, everyday
Only drink the finest wine
And call my Gran every Sunday
Resolutions
Well Baby they come and go
Will I do any of these things?
The answers probably no
But if there’s one thing, I must do,
Despite my greatest fears
I’m gonna say to you
How I’ve felt all of these years
Next Year, Next Year, Next Year
I gonna tell you, how I feel
Well, resolutions
Baby they come and go
Will I do any of these things?
The answers probably no
But if there’s one thing, I must do,
Despite my greatest fears
I’m gonna say to you
How I’ve felt all of these years
Next Year, Next Year, Next Year

e o video pra acompanhar porque né:

___________________________________________________________________

Papo nada a ver, mas aproveitando a deixa,

Lista de shows que eu quero ver (ano que vem se der né):

– Metric;

-The Dead Weather;

– Jamie Cullum;

– Portishead;

– Pearl Jam;

– Arcade Fire;

– The Editors

– BILL CALLAHAN (sonha)

até 2011 =*