Inferno Astral

Não sei se já comentei aqui que acredito em muita coisa. Ou pelo menos gosto de acreditar.Tipo, sério. Acho a vida muito sem graça do jeito que ela é, então sempre fui de procurar algo fora do normal. Acho que é o meu jeito de acreditar no lado bom das pessoas, e também é o meu jeito de interpretar coincidências, sei lá.

Já tinha ouvido falar de Inferno Astral. Aqueles 30 dias antes do nosso aniversário, onde tudo parece dar errado e tal. Pra ser sincera, nunca tinha reparado nisso. Tentei lembrar de alguns dias antes dos meus aniversários passados, e nada de ruim me veio a cabeça. Até pouco tempo, achava que era besteira mesmo.

Aí quando foi esse ano, decidi prestar atenção. No começo, nada tinha dado mais errado do que o normal. É claro que, prestando atenção, qualquer coisa poderia ser fruto deste período, mas nada saiu muito fora do normal. Eu tava viajando, de boa, curtindo e bla bla bla.

Coisas boas começaram a acontecer. Eu achei estranho, aquele sentimento de ‘felicidade de pobre dura pouco’. Eu sabia que algo ia dar errado, mais pelo fato de isso sempre acontecer do que de estar no meu Inferno Astral.

Eu já tinha desistido de acreditar nesse lance todo, até porque as coisas estavam super normais, dando certo ou errado na ‘medida certa’, e já faltava quase uma semana pro meu aniversário.

E então, foi quando tudo começou, na sexta feira. Uma semana antes, EXATAMENTE. Primeiro foi um lance de saúde, algo que eu sentia de vez em quando sem saber o que era, foi descoberto. Estava tendo palpitações quando acordava, e isso já foi logo ameaçando meus treinos de Derby. E que tinha começado sendo algo bom, havia se tornado algo horrível. Sim, estou falando de um relacionamento. Passei o sábado e o domingo muito mal, de um jeito que eu não esperava. Na segunda, apesar das coisas só piorarem, eu já me sentia melhor. Haviam mentido pra mim e eu estava sendo trocada, mas estava incrivelmente de boa com isso.

Na terça, comecei a noite angustiada, o lance da palpitação não me deixava em paz. Desconfiei que isso pudesse estar ligado a grande decisão que deveria tomar (bad vibe também relacionada ao Inferno Astral?): Adiar ou não a minha ida pro Rio. Todo dia surgia um argumento novo sobre ir ou não logo pra lá.

Sempre ‘internalizei’ muito meus sentimentos. Na superfície eu sinto tudo normal, não sinto pressão, angústia, estresse, desespero. Mas inconscientemente, isso acaba me deixando mal de algum jeito, fisicamente. Daí a desconfiança da palpitação estar ligada a decisão.

Anyway, na terça, bem mais tarde, eu já não aguentava mais ficar em casa, acabei aceitando o convite de um amigo pra dar uma volta. Passear de madrugada é muito amor, e me deixou com um humor estranho. Acordei rindo hoje, e gritando, coisa que eu não faço com tanta frequência.

E hoje, quarta,véspera do final do meu Inferno Astral, eu acabei descobrindo um monte de coisa que outrora me faria MUITO triste. E eu continuei rindo. Quero ver o que vai ser de amanhã, me desejem sorte!

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Não morri, yay!

Bom, não até agora, pelo menos.

2012 tem sido muito bom pra mim, mas este não é o post para isso.

Vim aqui porque queria postar uma imagem no FB. Decidi que não iria rolar, então pensei “Por que não postar no blog e aproveitar e voltar com ele?!”

então aí vai:

Image

Isso foi do episódio de The Good Wife de domingo passado ( And The Law Won).

Resolvi postar isso porque eu lembro de ter lido no site do Ausie (tvline.com) um blind item sobre uma cena considerada meio forte para os padrões de emissoras ‘abertas’ nos EUA. E lembro que muita gente tava apostando que o seriado de tv aberta que faria isso era The Good Wife. E BANG! Todos acertaram e a cena foi boa, nada HBO style, mas ainda assim BOLD.

Anyway, em breve volto com mais post e coisas decentes =D

AHS, Melancholia & Ano novo

American Horror Story Season Finale + Season 2

Se você ainda não viu o final de American Horror Story, nem leia.

Demorei uns dias pra realmente decidir como eu me sentia em relação à série. Primeiro, o season finale. Senti a mesma coisa que senti no primeiro episódio: TOO MUCH INFORMATION. Foi a junção do final da história dos Harmons + uma nova leva de personagens, a nova família da casa. Muita gente, pouca história. Foi legal, e a príncipio, serviu pra desguiar todos nós, fãs. Digo desguiar porque aquele final deixou a ideia de que na próxima temporada a gente realmente veria uma nova família na casa, convinvendo com os Harmons fantasmas. Pois é, Ryan Murphy, que não é nem um pouco besta, deu um tapa na cara da sociedade e decidiu que uma família nova pra casa era pouca coisa. Bom mesmo era recomeçar a série do zero: novo elenco, novo lugar pra assombrar.

Eu levei um tempo pra aceitar a ideia, mas sempre soube que ele estava certo. O nome da série é AMERICAN HORROR STORY, ou Estória de Horror Americano. E aí cabe vários tipos de histórias, não somente da família Harmon ou da Murder House.

Já se sabe que foi um bold move, uma cartada arriscada, visto que os fãs estão indo a loucura com ideia de perder Tate/Violet, Moira, Constance e os outros personagens. Eu realmente não me sinto assim. Claro que gostaria de ver mais sobre alguns personagens, acho que ainda podia render histórias muito boas, mas ok, move on. Não sou tão fechada a mudanças. Acho que rola dar uma chance a série ao invés de sair gritando por aí que agora odeia o que antes dizia amar. Passei minha infância toda ouvindo ‘você deve experimentar antes de dizer que não gosta’… então nesse caso, eu digo o mesmo pra vocês, principalmente aqueles que são (ou se dizem, ou se acham) fãs de terror e apreciaram as referências e boas músicas da série!

Melancholia

Mais um filme do grande Lars Von Trier. Eu já tinha lido sobre o filme principalmente porque é com o Alexander Skarsgard, aquele ator lindo e maravilhoso que eu perdi a chance de conhecer por pura preguiça (sim, me odeiem) e a sinopse era algo assim: bla bla bla  a colisão da Terra com outro planeta…

Enrolei o mundo pra ver esse filme, apesar de ser bastante ‘apelativo’ (pro meu gosto, é claro). Aí um dia me deparei com uma resenha que dizia a “os primeiros 8 minutos do filme estragam a história porque mostra como vai terminar…” E o texto era de um psicólogo que estava analisando o filme… Foi assim que eu decidi que tinha que ver, porque estou cansada da opinião cheia de si de psicólogos que não se dão o trabalho de ler a sinopse do filme ou então não entendem que se o final aparece no começo, provavelmente é porque não era pra ser segredo nenhum. Minha opinião, vale ressaltar, não tem nada de cult, de esperta, de nada. HAHA.

Anyway, voltando a falar do filme. Uma coisa é fato pra mim: filme do Lars é muito dificil de ver pra mim. Não por causa do conteúdo em si, mas porque acho uma viagem extremamente cansativa. Ainda assisto porque depois que você sobrevive ao cansaço, em algum ponto as coisas começam a funcionar e você acaba entendendo alguma coisa. Com Melancholia, o que eu mais gostei foi a forma como ele representou o fim do mundo. Uma forma simples, sem muito estardalhaço, se focando mais no problema das personagens do que no fato em si, que seria a histeria. Não sei dizer ao certo se o papel de Kirsten Dunst foi realmente dificil pra ela ou se ela apenas não era a atriz para ele. Na medida do possível, ela foi ok. Já a Charlotte, eu devo admitir que gostei bastante mais pelo fato de ela ter interpretado algo diferente do papel dela em Antichrist, que foi muito bom. Adoro o fato do Stellan Skarsgard estar no filme também, sou apaixonada por ele desde Dogville (‘aquela’ cena dele com a Nicole Kidman me ganhou =x)… E foi só nesse filme que percebi o sobrenome dele e achei que ele fosse irmão do Alexander… HAHAHAHA. A parte ruim do filme foi que os dois Skarsgard não apareçam bastante!

Ano novo

Bom, último post do ano, tem que falar aquelas coisas né. Bom, 2011 foi um ano e tanto pra mim, me superei. Agora é trabalhar pra que 2012 seja tão bom quanto. Devo dizer que só o fato de eu me formar no meio do ano que vem já é algo muito bom, visto que graduação = liberdade. HAHA. O problema é que eu ainda não sei exatamente o que eu vou fazer. Mas tem tempo pra pensar. Anyway, bom 2012 pra todos ae e vamo ver se vai rolar esse Apocalipse Zumbi hehehe ;D

#3 coisas aleatórias

Vou aproveitar este belo tempinho que estou tendo nesta manhã por conta da espera de um cidadão pra me atender, e postar algo que eu queria ter postado antes.

Na real, não é algo específico. Deu vontade de falar sobre várias coisinhas pequeninas que num poste só se perderia. Daí vou juntá-las aqui.

Primeiramente, queria agradecer a você que esbarrou no blog e deu uma paradinha pra ler alguma coisa. Valeu. Valeu mais ainda pra você que resolveu deixar um recadinho =D

Então vamos lá

#1

Alguém aqui curte filmes de Terror? Lembram desse post sobre Let Me In? ? ? Pois é. Alguém gosta, alguém leu e alguém comentou e este alguém eu só conheço por Newkay.

Esta pessoa deixou um comentário muito interessante sobre o filme, especialmente com relação ao gênero dos vampiros. Aqui vai o comment na íntegra.

“Para quem já assitiu o filme pode ler abaixo !!! Em especial a escritora do artigo, muito legal ^^, é sobre o que vc disse sobre os vampiros não terem sexo em let the right one in, estarei explicando os fatos do livro Sueco.
-SPOILER-
Eli/Abby não é uma menina, há 220 anos atrás um lorde de um castelo mandou chamar todos os garotos mais pobres dos camponeses entre 8 e 12 anos, Eli na verdade Elias (isso mesmo), foi o escolhido pelo homen meio gordo engraçado de peruca, que escolheu ele jogando dados, que na verdade tiveram os resultados alterados para que Elias fosse escolhido, Elias era tido por muitos como o menino mais bonito do campo, e viam nele a imagem de sua mãe e achavam que ao ficar mais velho iria se parecer ainda mais com ela, no castelo ao ser escolhido, ele foi tirado de sua familia, foi castrado e cauterizado pelo carrasco, e o lorde bebeu o sangue e o transformou, alimentou Elias com vitimas, e ultilizou-o como seu brinquedo até se cansar e o libertar.
(Por isso no filme original a protagonista Lina Leandersson, tem um jeito mais andrógeno que Chloe Moretz).
-FIM DO SPOILER-
Se quiser saber mais só é deixar uma resposta que posso lhe indicar o livro, a continuação do livro, e o site tido por oficial dos fãs do livro e filmes, onde até o escritor do livro e atores dos filmes são cadastrados e aparecem por lá para comentar (no forum é só papo cabeça, muito bem discutido). sim o livro tem o mesmo nome do filme original, mais só tem inglês, mais vale a pena ler, muito boa a estória, e a continuação do livro tbm que está em sueco, mais se quiser só é falar que eu adianto o que tem na continuação do livro para vc, já que o livro foi lançado esse ano (meados de janeiro de 2011) na suecia, e não vai ser traduzido para o inglês nem tão cedo, fiquei sabendo a historia do novo livro pelos spoliers do povo sueco no forum que já o leu (titulo: Let the old dreams die), e tem uma fanfic extremamente ótima, sério nunca gostei de fanfics, mais essa surprendeu mais de 20 mil pessoas, e tbm a mim, muito bem feita, com estoria excelente chamada “Once Bitten”, que foi até elogiada pelo propio autor do livro original no forum, lhe indico, o final dela é extremamente ótimo, vc chega a chorar lendo essa fanfic varias vezes apreensivo, agora ela tem um pdf com 377 paginas +-(um verdadeiro livro), vale apena, e tbm é inglês, pra quem não sabe inglês o google traduz, é só ter paciencia), a continuação do livro e a fanfic contam o que aconteceu após a fuga de Eli/Abby e Oskar/Owen (acredite ou não a fanfic é mais centrada nas crianças que a própia continuação do livro, o que acho muito melhor), e lendo o 1º livro original, ou me perguntando vc vai saber melhor quem é o “protetor” que fica com Eli (não é o vampiro de 220 anos atrás não tá! é alguem do presente, mesmo só para não deixar duvidas.),por enquanto só posso dizer que Eli o encontrou em um park bebado. A historia do livro original tem muitos quebra cabeças, e muitos temas para serem discutidos a nivel de psicologia e filosofia, ^^ bye bye.”

 

Interessante saber que a história é bem mais profunda do que o filme mostra e que de fato existe toda uma ideia, uma lenda, digamos assim, por trás de tudo. Vale muito a pena dar uma conferida, sendo você fã ou não de vampiros.

 

#2

Eu e as redes sociais. HAHA. Dessa vez tentei me apegar ao 4square, mas não rolou muito não. O que eu gostei mesmo realmente do fundo do meu coração foi o GetGlue. Ele é quase que um site de relacionamentos, mas tem um pouco da ideia do 4square. Você dá check in nas coisas que você está fazendo, tipo o que você tá vendo na TV, ouvindo, lendo, pensando e coisas do tipo. Daí, dependendo do número de check ins que você dá e outros detalhes, você ganha adesivos virtuais. Marcar seus filmes, músicas,livros, artistas entre outros como favorito também vale. O legal é que a cada 20 adesivos virtuais que você ganha, o site manda adesivos de verdade pra você *-* Achei muito lindo isso porque sou louca por adesivos, imãs e bottoms. Fica aí então a dica.

 

#3

Já ouviu falar em crowndfunding? ? Resumindo, é o mais novo jeito de trazer show das bandas que você curte pra sua cidade ou pra um lugar mais acessível. A ideia geral é juntar uma certa quantidade de pessoas dispostas a pagar um valor razoável antecipadamente, para garantir que a banda venha pra cá (cá sendo o Brasil, São Paulo, Rio ou a sua cidade, quando dá). Daí, depois que o dinheiro necessário é juntado e a banda é contratada, começa a venda de ingressos normais, como em qualquer outro show. O diferencial é que você, jovem que resolveu pagar antecipadamente pelo show, tem a chance de vê-lo de graça, se a renda arrecadada com os ingressos ‘normais’ conseguir cobrir o que já foi pago. Complicou? Aí vai um exemplo: é preciso 50 mil reais pra trazer Metric pra São Paulo (valor chutado, não faço nem ideia de quanto aqueles lindos cobram). Daí é necessário que 200 pessoas paguem 250 reais OU 500 pessoas paguem 100 reais (dependendo do número de pessoas que der pra juntar, o valor diminui né). Existe um prazo para conseguir que essas 500 pessoas paguem 100 reais. Se no dia marcado, o dinheiro for arrecadado, a banda é contratada e marca-se data e local para o show. Aí começam a vender ingresso pro show pro resto da população. Vamos supor que o ingresso seja 50 reais (baratíssimo, cá entre nós) e 1000 pessoas compram o ingresso. Voilá, 50.000 arrecadados. Esse dinheiro arrecadado com a venda do ingresso normal volta pros que compraram antecipado, pois o dinheiro que você pagou antecipado já foi usado para os gasto com o show, sacou? Agora você é um sortudo feliz que vai ver sua banda favorita DE GRÁTIS. Curtiu a ideia, dá uma olhada nesses sites: Queremos, MOBSocial. Manaus também tem um, por enquanto voltado a trazer show de bandas nacionais para este lado do país, confira: wann.

Das profundezas do oceano sem fim.

Acho até que isso é a versão brasileira pra algum filme americano com a Michelle Pfeifer…

Mas então, volto aqui hoje pra espairecer um pouco. Nada demais.

Ultimamente ando bem irritadiça com tudo. Acho isso uma droga, principalmente pra quem tem que conviver comigo, mas poxa, maioria das vezes eu tenho razão de estar assim. Fato é que as pequenas coisas que antes eram totalmente abstraídas, hoje em dia não passam mais despercebidas. E me irritam profundamente.

Não é segredo que quanto mais você se importa com algo, pior pra você. Mas onde mesmo que desliga o botão ‘importar’ ?

A situação é chata. A solução é complicada. O jeito é ir vivendo e procuresse tal botão sempre que der.

Hoje as palavras não querem mais sair da cabeça. Vai ficar por isso mesmo.

E valeu vocês que continuam vindo aqui pra ler o post sobre desenhos animados hehehehe….

todos chora

me perdoem pelo título do post, mas não resisti hihihihi

Lembram dessa imagem? NÃO? Check this out.Então, hoje vim aqui reclamar =D  Olha, esse é o segundo post que eu dedico a este tipo de coisa, porque sinceramente, a vida de todos nós já não é fácil… imagina quando a gente tem que aguentar todo mundo reclamando… e o pior, você ainda guardar as suas críticas e reclamações pra si mesmo… NÃO dá. Decidi usar mais uma vez o meu blog querido para tal objetivo. Porque assim né, no twitter a galera manda o que quiser, muitas vezes sem ligar para o fato de que tem muita gente lendo aquilo e blablabla. Aqui não, o que eu posto aqui não aparece na sua timeline, logo você não tem que ler. Você vem aqui SE você quiser, né?

Voltando para o rumo do post. Por incrível que pareça, vou reclamar de outra rede social HAHAHAHA. Aí você pensa ‘poxa, se ela reclama tanto de redes sociais, por que ela continua usando?’ … Porque sou uma pessoa entediada, that’s the truth. Uma pessoa entediada e muito preguiçosa. Redes sociais são perfeitas para o meu tipo. Passar o dia no computador fazendo nada construtivo. Não que eu curta ou me orgulhe disso, mas enquanto o Preguiçosos Anônimos não funciona na minha vida, eu ainda não consegui largar o vício.

Mais, uma vez, de volta a abobrinha. O lance agora é o tumblr. Se você não sabe o que é, vai continuar sem saber. OK. Clica aqui pra saber. Fiz um pra mim final do ano passado, mas comecei a usar mesmo agora no final de janeiro. E o que eu percebi é que ele praticamente reuniu todas as pessoas depressivas (ou wannabe depressivas) do planeta. Isso não pode ser bom.Enquanto por um lado a galera lá parece super engajada na luta contra a homofobia, o que é algo legal, por outro lado sempre tem alguém ameaçando se matar no dashboard.

Eu só me pergunto o que leva uma pessoa a querer chamar a atenção fingindo ter uma doença que não é legal. O pior é quando a pessoa REALMENTE acredita que ela sofre de depressão pelo fato de, sei lá, o cachorro dela ter sido atropelado ou o cabelo dela estar caindo por excesso de pintura. Ok, motivos errados. Mas sério, QUEM foi que disse que a vida é fácil? Que a vida é perfeita? Os filmes mostram isso, eu sei. Mas vamos concordar né? No mundo real, quem é que não tem problemas????? E digo mais, como saber se o seu problema é pior do que o meu? Isso não existe. Todo problema, por mais ridiculo que possa parecer pra você (como o cachorro atropelado ou a queda de cabelo), vai ser sempre grande e ruim na vida de quem tem que aguentá-lo. FIM.

Outro ponto engraçado é: a pessoa realmente tem depressão (ou não). Aí ela resolve criar uma conta numa rede social (twitter, tumblr, etc.) e fica anunciando pro mundo todos os seus problemas e OH COMO SOFRO minha vida acabou. PRA QUÊ? Sério, a ajuda não está na internet. Ou pelo menos, não nas redes sociais. Aí ainda chega aquela pessoa ‘esperta’ e vai lá e fala um monte de coisa ruim só pra outra se sentir pior ainda. Isso quando não é a propria pessoa depressiva que manda mensagem de ódio pra ela mesma, pra fazer com que os outros sintam pena e mandem mensagens de ‘ eu te amo você é linda’. Não aguento.

Quer dizer, aguento sim, por que lá vou eu de volta pro tumblr. E até o próximo post. hehehe