Uma confusa história de paradoxos.

Antes de começar minha primeira resenha, queria dizer que não sou formada em cinema, não assisti todos os filmes clássicos do mundo nem tenho nenhuma razão pra acreditar que sou dona da verdade ou que a minha opinião vale de alguma coisa. Só resolvi escrever sobre o que eu acho dos filmes que eu vejo porque eu vejo vários e acredito que a minha opinião é diferente justamente por não ser pretensiosa 🙂

(ou a minha resenha sobre Predestination).

predestination

Quando decidi assistir Predestination, só sabia que era com o Ethan Hawke e só tinha lido essa sinopse:

“The life of a time -traveling Temporal Agent. On his final assignment, he must pursue the one criminal that has eluded him throughout time.”

Fui esperando mais um filme sobre viagem no tempo, assunto que eu adoro. Pelo poster do filme, já dava pra ver semelhanças com Fringe e The Adjustment Bureau pelas capas e chápeis (apesar dos dois mencionados não serem exclusivamente sobre viagem no tempo, e sim sobre pessoas que alteram sua ‘timeline’, seu ‘destino’).

Aí o filme começa com um personagem correndo, uma bomba que explode e uma cirurgia facial. Não vou falar mais que isso sobre o filme porque não quero dar spoilers.

Mas cara, esse filme é louco. Não sei se no bom ou mal sentido. Descobri depois que é uma short story que ainda vou ler, mas já sabendo do enredo, acredito que não vá fazer muita diferença. O legal mesmo foi que nos primeiros dez minutos de filme lembrei da sinopse, mais especificamente da parte de ‘viagem no tempo’ e comecei a me perguntar se estava vendo o filme certo ( e se o Ethan Hawke era mesmo o ‘principal’ do filme, como o poster indicava). E depois de meia hora, continuei me perguntando.

Aí, um pouco antes da metade do filme fui começando a perceber algo, e um pouco depois da metade, tive certeza. Parei de perguntar se tava assistindo o filme certo e passei a me perguntar WTF como pode?????

O fato é que o filme é um mega paradoxo, e eu não curto paradoxos, ainda mais daquele tipo “quem veio primeiro, o ovo ou a galinha” porque me confunde muito e eu preciso de um pouco de lógica, ou de um ponto de partida definitivo. (Aliás é por isso mesmo que preciso ver Interstellar de novo). No final as coisas ficam bem claras, mas não necessariamente mega explicadas.

No final das contas, vale a assistida SIM, é um filme “diferente”, tem viagem no tempo sim, é meio superficial quanto a questões mais profundas, mas pra história central, serviu certinho. E não podia deixar de comentar que a atuação da Sarah Snook, que eu nunca vi atuar antes, foi bem satisfatória!

 

No IMDb a pontuação foi 7.4 (o que pra mim é alto, hoje em dia). Na minha opinião, fica com 6.8, o que quer dizer que é bom, mas não foi tão satisfatório assim (sorry, paradoxos).

 

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