Homeland mandando ver

ATENÇÃO, MUITOS SPOILERS ABAIXO

 

Sinceramente, estava apreensiva com a segunda temporada de Homeland.

Sabia que a Carrie não iria mais fazer parte da CIA, mas já tinha lido que ela estaria envolvida em alguma coisa. Óbvio, já que sem emprego ou qualquer função mais importante, a série não teria muito pra onde ir. Quase acreditei no começo que a importância dela seria apenas aquele tipo de coisa de “ir em Beirut caçar informações com alguns informantes que só confiam nela”, mas quando o Saul achou (muito sagaz e misteirosamente) um cartão de memória com a confissão do Brody (WHAT????) no meio do que a Carrie conseguiu pegar, as coisas realmente começaram a melhorar.

Veja você, eu tenho um problema com séries que avaçam rápido demais. Homeland é exatamente assim. Primeiro, Brody e Carrie se pegaram logo na metade da primeira temporada. Aí quando a operação investigar o Brody começou, eu rezei pra essa ser a principal linha de história da segunda temporada. Mas claro que isso não ia acontecer. Eu até desconfiei e fiquei com medo, achando que essa temporada estava fadada ao fracasso por falta de história tensa pra desenvolver. E então, quase no meio da temporada, Brody é capturado e vira um agente duplo. Ok, era algo a se esperar, porém não tão cedo assim.

Resumindo a dança, Brody descobre que vai haver um ataque terrorista, descobre onde vai ser, descobre que Abu Nazir está nos States. Tudo isso no episódio do domingo passado, Two Hats. Mas como é possível perceber, o nome do episódio não condiz com essa linha de eventos, até porque a grande sacada do episódio nem foi tentar deter o ataque terrorista do Nazir. Foi descobrir que Peter Quinn, o tal analista que o Estes fez questão de coordenar a operação do Brody, tem outra agenda (digo, objetivo) assim como parece ter também o Estes.

E é aí que a gente sabe que pode confiar numa série como Homeland. É claro que ela tem defeitos (até hoje não consegui engolir o lance do cartão de memória, apesar de estar grata por tudo aquilo ter acontecido), mas mesmo avançado vários sinais na história, ela ainda consegue desenvolver histórias ainda mais tensas em momentos bem oportunos, e que muita gente não teria desconfiado.

Mas o motivo desse post aqui foi apenas para dizer que eu sinto TANTO por ter desconfiado do Saul. Sério, sempre achei que ele, por mais fofo e sábio e brother e qualquer coisa boa que ele aparentasse ser, trairia a Carrie, a CIA, e os EUA de algum jeito. É claro que ele ainda não está fora de perigo, mas depois do que ele vem fazendo, é difícil acreditar que ele é do contra. E se ele for, acho que vou ficar mais decepcionada ainda do que não ter confiado nele.

Leonid Afremov

Primeira vez que vou falar de um pintor, porque também é a primeira vez que REALMENTE me encanto por um.

Leonid Afremov é um artista impressionista Russo-israelense. Ele nasceu em Belarus em 1955 e morou lá até 1990. Estudou em Vitebsk University, fundada por ninguém menos que Chagall. Depois se mudou para Israel, onde pensou que seria bem vindo, já que ele era Judeu.Mas como não era judeu nascido em Israel, não foi bem tratado, inclusive tendo seu estúdio assaltado e sem a ajuda da polícia para descobrir pistas sobre os ladrões. Sendo assim, ele se mudou para os EUA em 2001/2002. Morou dois anos em NYC, porém o frio da cidade de certa forma começou a influenciar suas obras, deixando-as menos coloridas. Em 2004, mudou-se para Boca Raton, na Flórida. E, de acordo com o Wikipedia, ele atualmente reside no México. Ele trabalha principalmente com espátula e óleos e assim criou seu estilo único, facilmente reconhecido, e se auto representa, vendendo suas obras pela internet (no seu site ou pelo ebay) e em pequenas exposições.

Afremov pinta principalmente paisagens:

Trieste Gulf, Sea Regatta e Waterfall

Cidades:

Amsterdam Night Rain, Rainy Day In Venice e Lesbos.

Flores:

Radiance New, Woman With Flowers e Street Of Flowers.

E chuva, muita chuva *-*

Rainy Encounter, The Blur Of The Rain e City Under Rain.

E muito mais. Ele tem mais de cem obras, e eu ainda não consegui ver todas, muito menos escolher minha favorita. É fato que vou me dar uma de presente (se tudo der certo, no meu aniversário) só não sei qual escolher. De todas que eu vi até hoje, essas são minhas favoritas:

Da esquerda p/ direita, de cima p/ baixo: Moulin Rouge, Downtown Lights, Dance Under The Rain, Sparks Of Freedom, The Loneliness Of Autumn, Winter Mood, San Francisco – Golden Gate, Paris – Eifel Tower Lighted, Bottle Jazz e Flamenco.

Os links pra ver/comprar as pinturas dele são: Leonid Afremov on DeviantArt e Afremov.com.

As séries que estou acompanhando

Depois de terminar a faculdade, o que eu mais ganhei foi tempo livre. E mesmo com todo esse tempo em minhas mãos, ainda não tô assistindo tantas séries quanto gostaria. Mas nada que um dia ou dois não mude.

Pra ser sincera, ando assistindo as mesmas séries de sempre. Algumas novas, algumas que já foram canceladas. Aí vai uma lista atualizada de todas elas, sem nenhuma ordem em particular.

– Once Upon A Time

Sinceramente, essa série vem se saindo melhor do que eu esperava. Depois de passar daquela fase de aceitação dos contos de fadas ‘alternativos’, num reino onde Mulan e princesa Aurora andam juntas, você consegue perceber o quão cuidadosamente a história vai se construindo. Não é nada complicado demais, mas é bem amarradinha e, no fundo, é bem gostosinha de acompanhar. Outro bom motivo pra ver é a majestosa seleção do elenco, que é de limpar os olhos:

* Once Upon A Time está no episódio 6 da segunda temporada e passa aos domingos na ABC.

– Sons Of Anarchy

SOA já teve uma temporada descartável. Fora isso, sempre foi uma série boa. Quando eu comecei a assisti-la, já haviam 4 temporadas.  Assisti tudo em uma semana (temporadas curtas, 12/13 episódios cada). Não sei exatamente o que esperava dessa quinta temporada, mas acho que não esperar nada foi bom, porque essa temporada está sensacional de um jeito que pouquíssimas séries conseguem manter nessa altura do campeonato. O lance com SOA é que ela não é uma série pra qualquer pessoa. O foco dela é na ação mesmo, nessa temporada mesmo pelo menos uma pessoa morre em cada episódio! O que me deixou extremamente feliz foi a audiência dela estar muito alta nos EUA, visto que o público de lá tem um gosto pra lá de duvidoso.

*Sons Of Anarchy está no episódio 9 da quinta temporada e passa as terças no FX.

– The Good Wife

Essa é talvez uma das séries mais subestimadas da TV pelos meus amigos. HAHA. No total, a série e seu elenco já ganharam 21 Emmys nas três primeiras temporadas. Porém, todavia, entretanto, apenas um dos meus amigos assiste e reconhece o merecido valor dessa série. Geralmente, essas séries que tem política no meio não me atraem muito (porque não entendo mesmo =x), mas TGW une política, direito e drama de uma forma extraordinária. A trama que interliga cada característica da série é sempre bem elaborada em todos os episódios (sério, difícil lembrar de algum episódio ruim) e os atores são gênios em interpretar seus devidos personagens e entregar a história da forma correta. O elenco convidado também sempre é fino, com atores ótimos em papéis melhores ainda.

*The Good Wife está no episódio 6 da quarta temporada e passa aos domingos na CBS.

–  Switched At Birth (nova na minha lista)

Assisti essa série sem querer e não sei porque gostei. Ela é diferente, a contar pelo número de episódios: 30 em uma temporada. Ela terminou em setembro, mas já tem uma winter primiere marcada pro dia 7 de janeiro. E tenho a impressão de que vai continuar na primeira temporada. A história é bacaninha, duas meninas que foram trocadas na maternidade e agora suas famílias moram juntas pra que elas possam aproveitar a vida sem deixar ninguém de fora. Acho que o eu mais gosto na série é o fato de uma delas estar envolvida com arte, grafitti e tal. Vale a assistida se você tem tanto tempo livre quanto eu 😉

*Switched At Birth exibiu o episódio 30 da primeira temporada dia 22 de outubro e volta dia 7 de janeiro, na ABC family.

– Homeland

Essa é série favorita do momento. A primeira temporada foi muito boa, mas devo admitir que acho que alguns fatos aconteceram muito rápido. E é exatamente assim que começa a segunda temporada, as coisas acontecendo rápido demais. O que faz dela uma série boa é que mesmo com tudo acontecendo na velocidade em que está, a série não perde a tensão de cada episódio por ser bem escrita e possuir vários twists (reviravoltas).

*Homeland está no episódio 6 da segunda temporada e passa aos domingos no Showtime.

– Fringe

A tristeza do momento. Fringe está na quinta temporada, sua última. Essa série também foi subestimada (em parte pelos meus amigos também) pelo tema ‘complicado’. É o tipo de série que você não pode piscar pra não perder um detalhe. A quinta temporada tem uma história relativamente diferente do que as quatro anteriores apresentaram. Mas se você foi um telespectador atencioso, você pode perceber que todos os acontecimentos anteriores podem ter levado a esse fim, e aí (quase) tudo faria sentido. Enfim, vai fazer falta. #WalterForever.

*Fringe está no episódio 6 da quinta temporada e passa as sextas na Fox (Citytv no Canadá).

– 666 Park Avenue (novíssima)

Essa série faz parte das que eu comecei a ver por ter NYC de fundo. Motivo besta, mas só eu sei como meu coraçãozinho se anima vendo os lugares por onde passei e que tanto sinto falta. E além do mais, 666 Park Avenue é de ‘terror’. Nada de assustar muito, algumas historinhas macabras e cenas legais, vááárias referências a filmes de terror (O Iluminado e Os Pássaros, por exemplo) e uma trama misteriosa. Vale a assistida, não só por NYC ou pela temática, mas pelos atores também (falo de Terry O’quinn e Vanessa Williams), porém, todavia, entretanto, fique avisado de que a série não foi bem recepcionada nos EUA, o que quer dizer que provavelmente ela terá uma temporada apenas, se terminar.

*666 Park Avenue está no episódio 6 da primeira temporada e passa aos domingos na ABC (Citytv no Canadá).

– Perception

A grande surpresa dessa série pra mim foi ver Eric McComarck hétero. HAHA. É bom ver de novo a Kelly Rowan na TV também, além da Rachael Leigh Cook. Eu gostei bastante da série porque McComark é um neuropsiquiatra que ajuda o FBI a solucionar casos, e assim, de um jeito ou de outro, acaba tratando das doenças (sei que não é a palavra correta, mas não lembro de nenhuma outra) da mente, um assunto que de certa forma me encanta. Fora as músicas clássicas e CHICAGO de fundo *-*

*Perception exibiu o episódio 10 da primeira temporada dia 17 de setembro. A segunda temporada irá ao ar no verão de 2013 na TNT.

– The River (Nova e já foi)

Taí uma série que nem a crítica nem meus amigos gostaram. E eu amei. Ela tinha tudo pra não cair no meu gosto, com seu rio Amazonas verde e tal, mas a verdade é que eu adorei as lendas que eles inventaram e a tensão que eu senti assistindo aos episódios. Pena que ela morreu já com apenas 8 episódios da primeira temporada e eu ainda não tive coragem de ver o último, até hoje. Vale ressaltar que ela é do mesmo diretor de Atividade Paranormal (veja e entenda).

*The River foi exibido do dia 7 de Fevereiro ao dia 20 de Março, pela ABC. 

Menções Honrosas: Dexter, que nesta sétima temporada está conseguindo manter a história levemente mais interessante do que a da sexta. Revenge, que está cheia de reviravoltas e de poucas coisas relevantes. American Horror Story, que teve uma ótima primeira temporada, mas ainda não fez essa segunda pegar no tranco.