Notícia dos últimos minutos do sábado, 23 de julho de 2011

Estou eu no computador, olhando o FB, quando mamãe entra no quarto:

– Já soube da Amy Winehouse?

EU – Não. Que foi? Ela morreu?

MAMÃE – Morreu, tá dando na TV.

EU – HAHAHAHAHAHA, sééério???

Sim, meus caros, a notícia é recente. Amy Winehouse is DEAD.

Não me entendam mal. Eu adorava a voz dela e maioria das músicas que ela cantava. Mas poxa. Pensem comigo: é fato e todos sabem que todos vamos morrer mais cedo ou mais tarde, né não??? Fato também que com a Amy, era mais cedo mesmo.

Ai o que acontece quando todo mundo descobre a notícia? Todo mundo posta nas redes socias como se todo mundo não soubesse. E pior, é aí que você conhece os MAIORES FÃS DELA DE TODOS OS TEMPOS dos vinte minutos atrás.

Como se não bastasse, a mamãe deixa a TV bem alta naqueles programas que não tem assunto melhor pra falar e que agora tão fazendo uma cobertura COMPLETA sobre um fato ocorrido e incontestável.

Bom, não vim aqui pra falar de comportamentos alheios, mas já falei, não vou apagar. A única coisa que me resta comentar é:

WELL DONE, AMY, YOU’VE MADE TO 27!!!

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Um mês depois…

eu volto né.

Eu sempre volto, poxa.

Ultimamente não ando muito interessante não. Faculdade, trabalho, Derby. Até parece que a vida tá mais corrida e tal. O nível de estresse vai aumentando, junto com uma leve sensação de desespero. Ah, fala sério, desespero é sentimento de FRACOS. O que me move hoje em dia é simplesmente não levar tudo tão a sério, nunca perdendo o jeitinho responsável de ser. Uma pessoa que escolhe fazer as coisas só no momento de pressão não tem direito de se deixar desesperar, oras. E essa sou eu.

Outra coisa na vida que eu não deixo de fazer é: PLANOS. Ultimamente desfiz um pra aumentar as chances do outro. Desisti de passar o ano novo fora. Se eu viajar, vai ser por conta dos pais, pra onde eles forem. SIM, deixarei de VIAJAR. OH NOES. Mas tudo isso em prol das minhas férias pronlogadas do ano que vem, que eu vou me dar de presente.

O único problema de ficar planejando coisas que vão levar uma eternidade (oh, drama!) pra acontecer (na real, do jeito que anda as coisas, julho do ano que vem é depois de amanhã) é que em alguma hora, os planos se confundem e passam até mesmo a ser sonhos, desejos e essas duas coisas trazem aquele sentimento aterrorizante que muito aflinge a população do planeta: expectativa. Ainda tá pra nascer ou eu pra conhecer o ser humano que cria expectativas e não se decepciona com elas (como eu não conheço nenhuma modelo ou ninguém top sucesso da humanidade, pra mim eles não existem… é o bom e velho ‘só acredito naquilo que posso tocar’).

Então, planos para um futuro não muito imediato + um desejo tremeeendo de estar em outro lugar = expectativa. As coisas só não são piores agoras porque minhas distrações estão fazendo um belo trabalho. Querer fazer o Derby crescer + organizar uns showzinhos pela cidade = eu distraída.

Papo vai, papo vem, hoje não tem nada de interessante mesmo. Pra vocês aí que por algum motivo esbarram neste blog, valeu aí. Volto muito em breve com coisas mais decente de se ler. Até.