todos chora

me perdoem pelo título do post, mas não resisti hihihihi

Lembram dessa imagem? NÃO? Check this out.Então, hoje vim aqui reclamar =D  Olha, esse é o segundo post que eu dedico a este tipo de coisa, porque sinceramente, a vida de todos nós já não é fácil… imagina quando a gente tem que aguentar todo mundo reclamando… e o pior, você ainda guardar as suas críticas e reclamações pra si mesmo… NÃO dá. Decidi usar mais uma vez o meu blog querido para tal objetivo. Porque assim né, no twitter a galera manda o que quiser, muitas vezes sem ligar para o fato de que tem muita gente lendo aquilo e blablabla. Aqui não, o que eu posto aqui não aparece na sua timeline, logo você não tem que ler. Você vem aqui SE você quiser, né?

Voltando para o rumo do post. Por incrível que pareça, vou reclamar de outra rede social HAHAHAHA. Aí você pensa ‘poxa, se ela reclama tanto de redes sociais, por que ela continua usando?’ … Porque sou uma pessoa entediada, that’s the truth. Uma pessoa entediada e muito preguiçosa. Redes sociais são perfeitas para o meu tipo. Passar o dia no computador fazendo nada construtivo. Não que eu curta ou me orgulhe disso, mas enquanto o Preguiçosos Anônimos não funciona na minha vida, eu ainda não consegui largar o vício.

Mais, uma vez, de volta a abobrinha. O lance agora é o tumblr. Se você não sabe o que é, vai continuar sem saber. OK. Clica aqui pra saber. Fiz um pra mim final do ano passado, mas comecei a usar mesmo agora no final de janeiro. E o que eu percebi é que ele praticamente reuniu todas as pessoas depressivas (ou wannabe depressivas) do planeta. Isso não pode ser bom.Enquanto por um lado a galera lá parece super engajada na luta contra a homofobia, o que é algo legal, por outro lado sempre tem alguém ameaçando se matar no dashboard.

Eu só me pergunto o que leva uma pessoa a querer chamar a atenção fingindo ter uma doença que não é legal. O pior é quando a pessoa REALMENTE acredita que ela sofre de depressão pelo fato de, sei lá, o cachorro dela ter sido atropelado ou o cabelo dela estar caindo por excesso de pintura. Ok, motivos errados. Mas sério, QUEM foi que disse que a vida é fácil? Que a vida é perfeita? Os filmes mostram isso, eu sei. Mas vamos concordar né? No mundo real, quem é que não tem problemas????? E digo mais, como saber se o seu problema é pior do que o meu? Isso não existe. Todo problema, por mais ridiculo que possa parecer pra você (como o cachorro atropelado ou a queda de cabelo), vai ser sempre grande e ruim na vida de quem tem que aguentá-lo. FIM.

Outro ponto engraçado é: a pessoa realmente tem depressão (ou não). Aí ela resolve criar uma conta numa rede social (twitter, tumblr, etc.) e fica anunciando pro mundo todos os seus problemas e OH COMO SOFRO minha vida acabou. PRA QUÊ? Sério, a ajuda não está na internet. Ou pelo menos, não nas redes sociais. Aí ainda chega aquela pessoa ‘esperta’ e vai lá e fala um monte de coisa ruim só pra outra se sentir pior ainda. Isso quando não é a propria pessoa depressiva que manda mensagem de ódio pra ela mesma, pra fazer com que os outros sintam pena e mandem mensagens de ‘ eu te amo você é linda’. Não aguento.

Quer dizer, aguento sim, por que lá vou eu de volta pro tumblr. E até o próximo post. hehehe

Official SoundTracks

Aloha!

Primeiro post decente no novo layout hehehehe

Então, hoje resolvi falar de assunto meio alternativo. Trilhas Sonoras. Sim, música + filme, combinação perfeita. Mas por alguma razão eu sinto que as pessoas não dão muito valor pra esse estilo. Assim, quando elas estão lá assistindo o filme, de boa, super compenetradas e aí no momento exato toca a música exata e tudo fica lindo,as falas, o feeling, tudo se encaixa perfeitamente e você sente que aquela é a cena mais perfeita ever. Pois é, trilha sonora é importante também. Na minha opinião, 40% do filme é construído por ela. Se as músicas forem, assim, erradas ou tão nada a ver que você nem escuta, o filme tem chance de flopar no meu conceito, ou seja, se eu não curtir a trilha ou se ela for dispensável, well, o filme com certeza não vai fazer muita diferença pra mim. Não estou sendo extremista aqui, veja você. Só acho que se as duas coisas casarem, é meio dificil eu não curtir =)

Então, pensando nisso, decidi fazer uma listinha das OST que eu mais gosto. Mas tá em ordem aleatória, vou lembrando vou colocando! E aqui é só os top top, porque tem muuuitos filmes com trilhas sonoras legais.

Rapidinho, antes de seguir com a lista, é preciso esclarecer uma coisa. Não sei se todo mundo sabe, mas existe dois tipos de trilha sonora: a normal (various artists/ soundtrack) e a score, que é só das músicas instrumentais. Então alguns filmes só tem Score (como, sei lá, Pride and Prejudice) e outros tem os dois (como New Moon, se não me engano). Dito isso, vamo lá.

1. Elizabethtown (Tudo Acontece Em Elizabethtown)

Acho esse filme TÃO fofo por motivo inespecífico. Mentira, a trilha é boa (tá aqui por isso nean) e o tema dele em si é bom, tipo morte e tal, fracasso, coisas ruins da vida né. Mas o que eu mais gosto é a parte da Road Trip. Gente, ROAD TRIP *-* MOCHILÃO. Adoro demais, queria viver só de mochilar por aí.

Anyway, de volta a trilha. Essa foto aí de cima é da Score do filme, os instrumentais. Vejam vocês que existem DOIS cds de Score desse filme! Todos pela Nancy Wilson(Vanilla Sky/P.S. I Love You). Mas na verdade eu gosto mesmo é do ‘various artist’ (o tipo normal). Entre as minhas preferidas estão It’ll All Work Out(Tom Petty) e My Father’s Gun(Elton John). Essa última, nossa, ficou em loop infinito por meses na minha playlist.

Essa trilha é praticamente composta pelo Tom Petty. Ele canta uma porrada de música. E eu curto o cara e esse estilo folk e old times. Sem falar que tem Moon River também na trilha e essa música me mata (*cold case*). Mas fica aí a dica. Download here.

2. Meet Joe Black ( Encontro Marcado)

Esse é meu filme preferido. Eu sei. Eu toda fã do terror e do gore e meu filme favorito é todo mimimi. Well, não é tão ruim assim antes meu filme preferido era My Best Friend’s Wedding … podia ser BEM pior… Anyway, nesse filme o que me encantou mesmo foi a Score. Na real, nem sei se tem outro CD. Acredito até que eles misturaram músicas instrumentais com as normais. Mas na verdade a única música ‘normal’ que eu lembro no filme é Somewhere Over The Rainbow/What A Wonderful World do Israel Kamakawiwo’ole, que toca nos créditos hehehehehehehe Então, a música que me ganhou e que mexe com meu coração é Whisper Of a Thrill. O responsável pela Score é o Thomas Newman( The Shawshank Redemption/American Beauty). Bom, não sei quantos de vocês tem uma queda por música clássica/instrumental e tal, mas aí vai o link do download.

3. Kick Ass ( Kick Ass – Quebrando Tudo)

HAHAHAHAHA. Esse filme é massa demais. Adoro a Chloe Moretz. Ela é que tá no remake de Let the Right One In. Vou ver porque né.

Voltando a trilha. Gente, esse é um dos poucos filmes em que a trilha as vezes se sobressai mais do que a história. Perfeito exemplo de como ela pode influenciar positivamente a história. Você fica totalmente na vibe do filme, muito onda. É uma trilha mainstream devo dizer, but whatever. Entre os destaques estão An American Trilogy do Rei Elvis e Make Me Wanna Die da The Pretty Reckless, vulgo a banda da Jenny de Gossip Girl. Mas as minhas preferidas, claro, são Stand Up (The Prodigy), Banana Splits (The Dickies) e Bad Reputation (The Hit Girls(?)) pelo simples fato de que elas tocaram no momento certo do filme e pra mim, deram toda a magia e a vibe cool do filme. Aqui tem pra baixar.

4. Pride And Prejudice ( Orgulho e Preconceito)

Dario Marianelli (V for Vendetta/ Atonement), seu lindo. Ouvir a música que toca o filme todo, seja quando a Lizzie esta tentando ou então quando a irmã do Mr. Darcy toca divinamente bem( o nome da música é Dawn), me fez querer ter aulas de piano URGENTE. Até fiz, por 5 meses. Ou seja, tô na mesma. Queria voltar a fazer, mas cadê piano/teclado/qualquer coisa pra eu treinar? Sério, sem treino eu vou levar uns 10 anos pra aprender, mais 10 anos pra saber tocar essa música e mais 10 anos pra tocá-la bem. Mas então, outro cd de Score, muito lindo. Adoro. Baixem.

5. Into The Wild (Na Natureza Selvagem)

Já que eu tô na vibe das coisas calminhas e profundas… nada melhor do que falar  de Into The Wild. Acho muito massa que todo mundo que vê esse filme, ama. Simples assim. Eu também amo, eu também chorei e eu também quero fazer o que ele fez. Ok, vamos voltar pra trilha do filme. Outro exemplo de como a trilha casa com a história e tudo fica lindo e os nossos sentimentos são intensificados 1000x. Né não? Eddie Vedder( Pearl Jam) em todo o seu brilhantismo aqui. As minhas preferidas são Hard Sun, Guaranteed, No Ceiling, Society e todo o resto do cd. É simplesmente lindo, cara, não dá pra escolher. Se você ainda não viu o filme (seu louco), CORRE e veja. E se você não tem a OST, agora você pode ter.

6. Saw (Jogos Mortais)

Ahhh… eu lembro do dia que eu fui assistir esse filme. Tinha apenas 14 anos e empurrei meus dois primos mais velhos que nem são fãs de cinema (WTF) comigo. E lembro da sensação que senti ao sair do cinema depois de um puta filmasso. Sem falar do prazer em ouvir eles falando que tinham adorado blablabla. Lindo de viver. Coisa que acontece, assim, uma vez na vida outra na morte, nem lembro mais qual foi o último filme que vi e que mexeu comigo mentira foi Black Swan mas tinha que falar isso pra dar ênfase a ideia hehehe Anyway, James Wan, você é mara como diretor! E a trilha, ui. Pra falar a verdade, eu gostei porque, de novo toda hora, a trilha casou com o filme e o feeling foi muito bom. Mas tenho que ressaltar a melhor parte pra mim. SPOILER SE VOCÊ AINDA NÃO VIU. Hello Zepp tocando na hora que o Jigsaw, que passa o filme todo se fingingo de morto, levanta naquele quarto escuro, abre a porta e vai embora, FOI lindo. Me ganhou. Hello Zepp já foi até meu toque de celular. A trilha você pega aqui.

E aí a gente fecha com os filmes. Mas eu reservei um espaço pra falar de uma galera especial. Porque, afinal, não se fala de OST sem falar de, por exemplo, Danny Elfman, né?

Então, começando por ele. Todo mundo já ouviu falar né? NÃO???? Poxa. O cara assim é tipo o rei da coisa, tem milhares de trabalhos fodásticos. Vou apenas citar meu favoritos: The Nightmare Before Christmas, Big Fish, Chicago, Desperate Housewives… Ele tem muitos trabalhos!

Outro também que não poderia faltar é o Hans Zimmer. Não parece familiar?? Bom, aqui vai SÓ os meus preferidos: The Lion King, Hannibal, The Ring, Madagascar, Pirates Of Caribbean: Dead Man’s Chest, The Dark Knight e Inception. O cara é f***. Meu preferido so far in the moment.

E por último, Alexandre Desplat. Tenho que admiti que conheci o trabalho dele através de New Moon… E assiti Julie & Julia também. E Harry Potter and the Death Hallows é dele, as duas partes. Outro famoso é Girl with a Pearl Earring. Fora os milhares de filmes franceses com os quais ele colaborou. Tem futuro esse aí.

De novo, Thomas Newman, porque não posso deixar de mencionar: Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events, Finding Nemo, Fried Green Tomatoes.

E pra acabar, uma menção honrosa a Daniel Licht, por Dexter, porque eu amo a música do final. HEHE

E aí, quais são os compositores/as trilhas sonoras preferidas de vocês?

Aventuras: do final

Terça, dia 4 de Janeiro de 2011.

Esse dia começou na cama. Dormi até umas duas da tarde porque passei a noite no hospital né. Acordei só a fome, me arrumei como uma bala e saí, afinal, era meu último dia lá e eu ainda tinha lembranças pra comprar. De todas os lugares que eu ainda queria ir, decidi pela Barnes & Noble.

Lembrei de quando a Saraiva MegaStore abriu aqui e todo mundo pirou nela. Acho que a sensação que essas pessoas (todo mundo) tiveram foi, tipo assim, 1/3 do que eu senti lá. Quatro andares de puro luxo. Livros e mais livros e livros e mais livros. Livros BONS. E quando eu digo bons, eu digo livros que me interessam realmente. Clássicos, BARATOS. Um mundo de perdição. Fiquei igual barata tonta lá e ainda gastei míseros 150 dólares. Míseros sim porque ainda tinha um mundo de coisa que eu queria e que dava pra eu ter comprado. Mas não comprei porque ACHAVA que minha compra já tava ultrapassando 300 dólares, veja você.

Depois de lá fui na Mc descolar uma batata frita. Voltei pra ‘casa’ de táxi (ah, a preguiça…) e fui arrumar minhas coisas. FIM.

Brincadeirinha.

Na real, minha viagem à NYC acabou basicamente aí. Fui pro aeroporto, passei mal, peguei o avião pra Halifax e fui ser feliz. Ou quase isso. Minha viagem pra Halifax é pessoal. Se tornou pessoal desde o momento que eu parei de escrever de lá quando tava no intercâmbio (mentira, primeiro foi a preguiça).

Encontrei amigos lá, uns muito chegados, outros que eu quase nem falava, conheci pessoas e a vontade de ficar lá aumentou significantemente. Na real, a vontade de NÃO voltar aumentou. Não tenho 100% de certeza de que quando eu for me mudar, eu vá pra lá. Mas visistar, sempre!

Então, último dia sem graça, post sem graça, sorry. MAS MAS MAS, já notaram as mudanças? Não digo nem do layout (que no momento é provisório), mas do nome. SIIIIM, mudei o domínio, agora sou clau-strophobic *-* Just like my Tumblr . Me sinto na quinta série de novo, quando eu tinha um nick pra tudo. TENSO.

Well, té mais e see you soon!

Aventuras: Do perrengue master

Segunda. Dia 3 de janeiro de 2011.

Diego já tinha ido embora. Luciana ia embora 12 e pouquinho. Ela e a Inês saíram pro Central Park cedo de manhã ( elas viraram a noite) e eu fui fazer compras (leia-se comprar blusas pro meu irmão).

Saí de vestido, sem meia, por causa da tattoo. Tinha perdido minhas luvas na noite de ano novo e não comprei outras. Ou seja, morri de frio. Pior, me PERDI e morri de frio. Na maioria das vezes meu senso de direção é fora do normal de bom. Só que minha cabeça é meio bagunçada. Por exemplo, a ponta da ilha de Manhattan é o que nós chamamos de downtown, o centro né. Então quando a gente tá no hostel, lá perto do Central Park e vai pra Times Square, por exemplo, a gente fala que vai ‘descer’. Deu pra sacar né? Só que meu cérebro não aceita essa ideia. Nele, o mapa de NYC está configurado de tal forma que a ponta de Manhattan (Wall Street, Downtown) tá no topo, ou seja, em cima. Então a ideia pra é pra sempre a de subir e não descer.

Complicações a parte, eu me perdi. E tava tão frio que eu fiquei entrando em todas as lojas possíveis pra me aquecer um pouco. Perdi quase uma hora meia andando andando andando, tentando me achar. Não que fosse dificil, eu tava com mapa e tudo bonitinho… Só que me perdi bem longe da onde eu queria chegar.

Anyway, finalmente achei o lugar, uma loja da Hollister (meu irmão; tirem suas próprias conclusões). De quebra ainda achei uma Best Buy (lá é o que mais tem olha…) e finalmente comprei o Ipod (ta na foto de lá da cabeça do blog, vê)… Beleza. Já era quase meio dia e a Luciana ia embora uma e pouco, então decidi pegar um táxi de volta pro hostel pra dar tempo de dar tchau (é hora de dar tchau).

Cheguei no hostel, subi e fui logo mexer no Ipod. Perdi a noção da hora. Já eram mais de 1h. Desci como um cometa mas já era tarde demais. A Luciana já tinha ido embora e a Inês tava me esperando pra sair. A lista de lugares foi relativamente grande: fomos a loja de design do Moma, Rockefeller Center, loja da Lego, St Patrick Cathedral, loja da Aple e a F A O Schwarz, loja de brinquedo do filme Big, onde o Tom Hanks e o Robert Loggia tocam o piano gigante:

Só que esse piano não é mais aí perto da entrada. Ele tem um lugar especial pra ele nos fundos e qualquer pessoa pode ir lá tocar. Eu tenho fotos, mas ainda estou colocando no flickr, então fiquem de olho lá se quiserem ver o resto das fotos.

Ai beleza, fomos pro metrô. Inês passa o cartão e vai. Na minha vez, eu descubro que to sem ‘crédito’ pra passar. Chego na máquina de comprar crédito, ela não esta aceitando cédulas. Uso o cartão de crédito, mas não tenho a senha dele. Resumindo, depois de meia hora e de juntar muita moeda (ainda com a ajuda da galera da fila), eu consegui passar. UFA.

Chegamos no hostel e a Inês tava meio mal do estômago. Dei um remédio pra ela e fiquei lá no quarto dela, usando a internet hehe. A dor dela não passou, na verdade piorou. TENSO. Fiquei lá mais uns dez minutos e nada da dor passar. Liguei pro namoradinho dela que trabalha no hostel, pra ele dar uma força (leia-se alguma ideia do que fazer, o que nós duas não tínhamos) e nada dele atender. Fiquei mais um tempo lá e resolvi descer, enquanto ela tentava dormir. Ainda eram cinco e pouco da tarde, fiquei enrolando na internet. Não demorou muito até a Inês aparecer e pedir pra eu tentar ligar pro Andre (o namoradinha dela) de novo, porque ela tava passando muito mal, não melhorava e a gente não sabia o que fazer. Consegui falar com ele. Enquanto ele ficava com ela no quarto, saí pra caçar um remédio. Veja bem, era quase meia noite nessa altura do campeonato. Eu fui, peguei o metrô forever alone e ainda andei um pouco numa rua escura e deserta, até chegar na farmácia. AGORA digue lá se meu santo não é forte??

Enfim, resumindo porque a noite foi longa, a Inês passou muito mal e uma e pouco da manhã a gente (eu e o Andre, porque nessa altura a Inês estava tipo assim, desmaiada) resolveu ligar pro 911. Ficamos horas no hospital esperando pra alguem vir dar SORO pra ela e alguma coisa pra dor. Foi uma coisa muito tensa. Minhas pernas não aguentavam mais e não tinha onde sentar. Fiquei lá das uma da manhã até as dez e meia, que foi quando o Andre chegou pra ficar com ela. Nessa altura do campeonato já era dia 4 de janeiro hehehe.

Então, próximo post será o ultimo dessa aventura. Aguardem!

Aventuras: do programa de domingo.

2 de Janeiro de 2011.

Sábado até que tinha sido produtivo, muitas andanças e a vontade de comprar o tal do Ipod. O Diego tinha decidido ir no voo da tarde, das 5 horas, então ele ainda tava por lá. Ele ainda tinha uns 80 dólares no cartão dele que ele queria torrar antes de voltar. Luciana ainda tinha compras pra fazer, além de ter que comprar nossos ingressos pra Broadway, que a gente não conseguiu na noite anterior. E eu fui porque tinha uma missão a realizar. Inês ficou no hostel porque tinha uma trabalho pra terminar.

Pegamos o metrô, decemos perto da Macy’s. Era a primeira parada, mas a loja ainda estava fechada. Fomos ‘tomar café’ no Burguer King (eu não, já tinha comido alguma coisa antes de sair). Depois de lá, passamos em frente a Macy’s de novo. Ainda fechada. Do outro lado da rua tinha a H&M. Decidimos ir lá, pois o Diego se apaixonou pela loja e queria torrar seu dinheirinho lá.

Não sei porque estava com um impulso de não comprar muita coisa. No fundo, acho que queria comprar roupas no Canadá mesmo, sei lá. Sei que fiquei olhando enquanto esperava a Luciana e o Diego. Comprei maquiagem e esmalte, bem baratos por sinal. Já eram quase 11 horas quando os dois terminaram. A Luciana ia voltar pra Macy’s, o Diego ia atrás de alguma coisa pra Olívia e eu tinha minha missão. Dei o dinheiro pra Luciana comprar meu ingresso, me despedi e parti.

A minha missão, poucos sabem, era ir fazer minha tattoo. Eu tinha até então três tattoos. A primeira, um camaleão feito aqui em Manaus. A segunda, um floco de neve com ondinhas meio tribais, feita em São Paulo. E a terceira, uma frase invertida, feita em Halifax. Daí, quando estava pensando em ir pra NYC, de repente notei que cada uma das minhas tattoos foram feitas em cidades diferentes. Pronto, tinha que fazer uma lá também. Escolhi fazer a skyline de NYC em uma moldura. Tinha uma frase pra acompanhar também, mas não fiz. Talvez eu adicione depois.

Anyway, voltando. Meu appointment tava marcado para 12:00. Ainda eram 11horas. Fui tentar tirar dinheiro. FAIL. Fiquei uns 20 minutos na frente do lugar.

NYC

Desisti. Fui andar um pouco. Encontrei uma loja de roupas baratas, a Rainbow. Achei lá minha jaqueta/casaco pro frio (aqueles meio acolchoados) e uma bota que não era que nem minha bota de combate, era uma melhorzinha, de salto (super baaaaaixo), estilosa. Paguei 31 dólares pelos dois. APENAS.

Saí da  loja e ainda faltavam 15 minutos pro meio dia. Fui andando de volta e fiquei esperando novamente. ARRÁ, um carinha desceu a escada, abriu a porta, perguntou se eu era ‘ betty’s noon appointment’ e falou pra subir. Cheguei lá em cima, lugar legal, estiloso, arrumado. Minha tatuadora, Betty Rose,

já estava lá e foi logo me atender. Super simpática, atenciosa. Bem, até a hora de ir fazer a tattoo. Sei lá, ela foi legal, mas na hora da tattoo ela simplesmente esqueceu que eu estava ali. Mal falava comigo. Anyway, no final ela voltou a ser super simpática e tudo mais.

A foto da tattoo realmente eu não tenho. Então fica pra próxima.

Depois de quatro horas, eu saí de lá ainda na esperança de ir em outra Best Buy e comprar o Ipod. Quando ia entrar no metro, a Luciana sai de lá. Sabe essas coisas que acontecem uma vez na vida, outra na morte? Pois é, encontrar alguém no metro sem nem ter combinado nem nada, e em NYC! Voltamos pra ‘casa’ juntas. Perguntei do ingresso e ela começou a falar da fila mimimi blablabla ela queria ver mamma mia, na fila tavam falando de um tal de american idiot mimimi blablabla, chegou na vez dela esgotou… Resumindo, não sabia pra qual musical ela tinha comprado o ingresso.

Sei que chegamos cinco minutos atrasadas lá porque ainda tentamos ir na loja de brinquedos F A O Schwarz. Ah, fomos ver o American Idiot, musical baseado/escrito/sei lá mais o quê pelo Green Day ( leia-se Billie Joe).

Olha, pra quem não esperava nada, o musical foi bem legal. Atores bonitos, musicas legais… Até cantaram Wake Me Up When September Ends… EU RI. Sem falar, claro, que com a nossa super sorte, naquela noite o próprio Billie Joe tava lá. Engraçado foi que entrou um cara no palco, a galera começou a gritar. Eu e Luciana nos olhamos tipo WTF. Depois de uns 10 minutos, TCHANRAN…

‘Luciana, AQUELE é o BILLIE JOE!’ repeti umas cinco vezes isso. E era mesmo.

Ache o Billie na foto. Dica: ele está acordado.

 

Tanto era ele que no final do Musical, lá fora, tinha uma penca de gente esperando. Eu até quis ficar lá e ver ele sair, mas tava muito frio e a gente tava cansada. Mas valeu os 67 dólares pagos.

Até mais!!!

Aventuras: do dia seguinte.

Voltei, por isso os posts nem são mais made in canada =(

Anyway.

Dia 1° de Janeiro de 2011.

Dia seguinte. Bom, eu acordei maravilhosamente bem às 11 e pouquinho. Levantei, me arrumei, desci. Encontrei o Diego no lounge com uma cara de acabado, mas ele tava acordado. Opa, vamos sair. Decidimos que iríamos fazer compras. Sim, minha gente, Diego curte fazer compras!!

Antes de sair, lembrei que em alguma parte do dia anterior a Luciana tinha comentado que queria ir ver alguma peça na Broadway. O Fantasma da Ópera. Meus olhos brilharam. Achei que só faria isso se um dia eu chegasse a ir pra NYC com a Larissa, até acho que
comentei com ela isso. Mas ali estava minha chance de ouro de fazer mais coisas legais.

Então fui no quarto das meninas e bati de leve. A Inês atendeu e tava com uma cara de sono ferrada. Falei pra ela dizer pra Luciana me esperar pra ir comprar os ingressos pro Musical. Missão cumprida, Inês voltou a dormir e eu e Diego saímos.

A ideia era ir na Century 21, fazer umas comprinhas e depois ir no Píer 17 (eu acho). E voltar antes das quatro, pra sair de novo e comprar o ingresso. Então fomos. Pegamos o metrô, descemos na estação e fomos andar. Claro que no caminho tinha nada mais nada menos que o lugar onde ficava o World Trade Center. E não é segredo nenhum que eles estão construindo outro, maior até.

NYC

Acho legal que minhas fotos ficaram todas assim, nesse tom cinza/azulado. Esse é o inverno, minha gente. Eu com certeza prefiro as cores do Outono… Até a primavera e o verão são lindos, mas esse ar sombrio do inverno é algo assim, inexplicável, parece coisa de outro mundo. Sem falar no estilo de vida que temos no inverno. As roupas maravilhosas e que me deixam com cara mais normal (me deixam menos magra hahaha) e o ato de comprar café (no meu caso, chocolate quente) por necessidade e não vaidade ou qualquer outro motivo que leve pessoas que moram no calor da pqp a tomar café como se estivessem na Europa como querer ficar mais tempo acordado. O inverno pode ser deprimente pra muitos, eu até entendo. Os dias são escuros e sem vida. Mas uma vez ou outra acabam me arracando sorrisinhos. Adoro demais.

Depois de caminhar um pouquinho mais, chegamos lá.

NYC

Não que fosse tão longe, saímos do hostel quase uma e chegamos lá quase duas. Decidimos fazer compras por uma hora. E às três eu já estava esperando o Diego terminar de pagar. Resolvemos voltar. O Diego iria embora no dia seguinte, de manhã. Daí ele ficou comentando sobre os planos malucos dele de ir de metrô, antes da meia noite e pegar o voo dele, sete manhã.

Chegamos no hostel lá pelas cinco e as meninas estavam acordadas. Levamos uma meia hora pra sair de novo. O Diego ficou arrumando a mala e com meu Ipod, tentando consertar o dele. A nossa intenção era ir na Best Buy e em algumas outras lojas pois a Luciana e a Inês tinham coisas pra comprar e depois ir comprar os ingressos do musical.

Na saída do metrô tinha um Dallas BBQ. Resolvemos parar lá pra comer. Na falta de batata-frita, pedi uma Caesar Salad. Já tinha experimentado essa salada antes, mas NUNCA tinha visto tanta folha na minha vida. Demorei quase uma hora pra comer e nem chegou perto do final. Anyway.

Fomos andar. Andar, andar, andar. Coisa boa que é andar e não sentir o tempo nem a distância passar. Nem suar, nem cansar. Fomos na Best Buy primeiro. Olhamos câmeras, netbooks, Ipods. IPODS.

“Ipod touch 4g 32GB 300 dólares. Poxa, tá barato né?
Tá sim! Acho que vou comprar um novo. Olha só o que ele tem: (passa mil anos mexendo no Ipod).
Caramba, que lindo, eu quero. Se você comprar eu compro.
Eu vou comprar.
Ok, eu também quero. (esta sou eu, maria-vai-com-as-outras).
We want an Ipod 32Gb.
Sorry, we don’t have the 32GB. It’s Sold Out.
FAIL.”

Sim. Não comprei nesse dia, mas me apaixonei por ele e encasquetei que queria. Eu, totalmente apaixonada pela BlackBerry ( o Bold), querendo algo da Apple.Sei não hein. Andamos mais, fomos em outras lojas e eu lá, pensando no Ipod. Fomos até em outra Best Buy, mas chegamos 15 minutos atrasadas. Compraria no dia seguinte.

Chegamos na Times Square. A Luciana foi pra loja de relógio e eu e a Inês, pra de tênis. Ficamos lá por mais de uma hora. A Luciana passou lá e disse que ia em algum lugar tirar dinheiro. Resumo da história, nos perdemos. Eu e Inês ainda procuramos, mas não achamos. Fomos para casa (hahahaha). End of the day.