Footoos

Então, vim aqui rapidão nessa noite tediande de sábado (vou já fazer uma visita à Mc, fome) pra me divulgar hehehehe.

Coisa básica e rápida. Meus dois flickrs:

* esmaltesdaclau – Sou louca por esmalte. Já falei isso aqui. Pra evitar ficar falando sobre isso toda hora, resolvi fazer um flickr só pra isso. E como conheço um pedólatras (é isso?)… fotos lá pra ele não vai faltar 😡

* clauscollection – minhas fotos do dia-a-dia… É tipo um fotlog, só que sem ego shot…hehehe, tipo diversão.

E é isso… volto mais tarrrrde.

Up In The Air

Então, cont. do post passado, vou falar mais um pouco de Up In The Air (Amor Sem Escalas),

Então, se você ainda não viu o filme e não curte que eu te conte tudo antes spoiler, não leia mais. CORRE. Ou então, continua!

Começo com a minha tradução da quote de ontem:

O quanto sua vida pesa? Imagine por um segundo que você está carregando uma mochila. Eu quero que você coloque nela tudo o que você tem na sua vida… comece com as pequenas coisas. As pratileiras, os armários, depois você começa a colocar as coisas maiores. Roupas, utensílios de mesa, lâmpadas, sua TV… a mochila deve estar começando a pesar agora. Você continua colocando coisas maiores. Seu sofá, seu carro, sua casa… Eu quero que você coloque tudo dentro da mochila. Agora eu quero que você a preencha com pessoas. Comece com conhecidos, amigos de amigos, pessoal do trabalho… e depois você passa para as pessoas que você confia os seus segredos mais íntimos. Seus irmãos, suas irmães,seus filhos, seus pais e finalmente seu marido, sua mulher, seu namorado, sua namorada. Você coloca eles dentro da sua mochila, e sente o peso dela. Não se engane, seus relacionamentos são os componentes mais pesados da sua vida. Todas aquelas negociações, argumentos e segredos, os compromissos. Quanto mais devagar nos movemos, mais rápido morremos. Não se engane, se movimentar é viver. Alguns animais foram feitos para carregar uns aos outros e viver simbioticamente ao longo da vida. Cisnes monogâmicos. Nós não somos cisnes. Nós somos tubarões.

Falando um pouco do filme. Como disse, me parece que muita gente não gostou ou achou medíocre. Outros, que gostaram, ou foi pelo final não-tão-feliz ou foi…sei lá…pelo George Clooney. Admito que o final foi bem mais legal do que eu esperava. É o tipo de ‘fim’ que deixa margens pra interpretação. SIIIIM. Muitos podem achar que o Ryan vai mudar de vida, que mesmo com a decepção amorosa, ele vai passar a dar mais valor pra família e tentar ter uma vida ‘normal’ . Eu sou do time de pessoas que acham que não. Prefiro acreditar que esse filme tem uma ligação com a realidade e ele vai continuar na mesma, que nem sempre uma decepção amorosa ou algo do tipo pode mudar tudo. Primeiro porque eu acho o estilo de vida dele muito bacana. Viver viajando de primeira classe não me parece nada mal. E trabalhar demitindo pessoas por aí não me parece um preço tão caro a pagar. Sem falar que ele tem o dom pra isso, ele sabe o que tá fazendo e acaba trazendo um pouco de…. compaixão¿…pro ofício.

Outro comentário que andei ouvindo sobre esse filme foi de que ele é imaturo. IMATURO, sério¿ Assim, ele me parece egoísta sim, quando não aceita ‘de primeira’ a ideia de mudar o modo como seu trabalho é feito ( do cara-a-cara para o mundo virtual). A primeira coisa que pensei quando ele criticou a ideia da novata Natalie (Anna Kendrik, excelente nesse papel!)  foi: HAHA, tá frescando só porque vai perder as viagens. Mas aí eu ouço os argumentos dele e penso: num mundo tecnológico como o de hoje, toooodooo mundo adora internet, mas sabe que NADA substitui o cara-a-cara. Ainda mais nas situações delicadas, como demitir alguém. Isso se você tem alguma consideração com os sentimento dos outros, claro. Mas imaturo o Ryan não é não. Ele não é compreendido, isso sim. O cara quer viver a vida dele, do jeito que ele quer e gosta, colecionando milhas

Oi eu tenho 10.000.000 milhas e um cartão VIPASSO hehehe

e viajando por aí. Eu entendo completamente. Não é porque o cara quer viver sozinho que ele é imaturo oras! CLARO que , em algum ponto, ele vai sentir falta de alguém pra conversar e eventualmente vai fazer algo a respeito. Normal. Mas sei lá, não vejo nada errado na vida dele não. Ainda mais porque super concordo com a ideia principal da ‘Teoria da Mochila’. Quem se move devagar aproveita menos a vida. Certas questões envolvendo relacionamento atrasam SIM a vida. Mágoa, ressentimento e coisas ruins, por exemplo. Isso é o que acho que pesa mais na mochila. E se você tem o espírito aventureiro como eu e o Ryan, você sabe que não dá pra se prender à sua família e amigos e querer conhecer o mundo ao mesmo tempo, né¿  Conheço muita gente assim!

No final, aquele belo tapa na cara: quando ele acha que tá na hora de dar uma chance ao amor e que encontrou a pessoa certa pra isso, ele estava errado. Achei válido. Tava muito bom pra ser verdade!!! E lá foi ele, seguiu a diante com sua vida. Bem legal mesmo! Alguém acha que não¿ Sério, me diz porque esse filme não é legal!

Minha opinião é essa aí e como sempre, estou disposta a mudar de ideia dependendo dos argumentos. Ou seja, até segunda ordem, Jason Reitman

é o cara o/

Mad_rugada

Altas horas da noite, sem criatividade, sem saco pra postar. Eu sei. Que feio. Ainda mais agora que ando precisando descarregar pensamentos.

Vou pegar uma mega quote de um filme que eu admiro…peraí.

Ryan Bingham: How much does your life weigh? Imagine for a second that you’re carrying a backpack. I want you to pack it with all the stuff that you have in your life… you start with the little things. The shelves, the drawers, the knickknacks, then you start adding larger stuff. Clothes, tabletop appliances, lamps, your TV… the backpack should be getting pretty heavy now. You go bigger. Your couch, your car, your home… I want you to stuff it all into that backpack. Now I want you to fill it with people. Start with casual acquaintances, friends of friends, folks around the office… and then you move into the people you trust with your most intimate secrets. Your brothers, your sisters, your children, your parents and finally your husband, your wife, your boyfriend, your girlfriend. You get them into that backpack, feel the weight of that bag. Make no mistake your relationships are the heaviest components in your life. All those negotiations and arguments and secrets, the compromises. The slower we move the faster we die. Make no mistake, moving is living. Some animals were meant to carry each other to live symbiotically over a lifetime. Star crossed lovers, monogamous swans. We are not swans. We are sharks.

Não vou traduzir…hoje. Só vou dizer que esse filme é MARA. Ah, vão dizer: é chato, tedioso, George Clooney SUX, podia ser melhor, garota de twilight, história fraca… bla bla bla BLA.

Gente cansei dos reclamões(ehehehehe)! Daí depois vem dizer que não sabe pq a vida é tão ruim. ACORDA MOSSO A VIDA É RUIM PQ TU QUER QUE ELA SEJA FIKDIK

Voltando. Eu, eu curti o filme. Curti pq eu curto tudo um pouco ou um pouco de tudo. Aprendi coisas aí. Vale a assistida. Vale ver o George dizendo que se a gente quiser progredir, ir adiante, avançar, VIVER, é preciso NÃO deixar o passado e os sentimentos/relacionamentos pesarem  TANTO. Achei válido. E ainda moorri de inveja desse corno safado que viaja 29840283429 vezes de PRIMEIRA classe. (filme nean, eu sei, mas e daí?)

Então gentoilas. A mad_rugada me faz assim. Não esperem mais de um post desse horário (pelo menos não tô bebada escrevendo TUUUUDO ERRAAADO.)

Sobre o Porto das Lajes.

Hoje o assunto é um pouco mais sério e o post mais longo . Esse é o meu relatório sobre uma palestra que teve na Uea. Ele está bem simples, mas possui algumas informações e algumas considerações, do meu ponto de vista.

“Relatório da Palestra sobre o Terminal Portuário das Lajes

O diretor da obra do Terminal Portuário das Lajes, Laurits Hansen, esteve na UEA – ESO para falar dos problemas envolvendo a construção do mesmo. Além de abordar temas gerais, como a economia local e a logística mundial atual, ele descreveu o projeto e citou os benefícios que ele irá trazer para a população de Manaus e do Estado do Amazonas, além de explicar melhor o motivo da polêmica no qual o projeto está envolvido.

Ele começou citando dados da economia local, como o PIM de 2008, que foi de R$ 30,1 bilhões de reais. Grande parte dessa quantia advém da demanda por movimentação de material, tanto indo quanto vindo. O fato de grande parte dessas cargas serem volumosas e pesadas abriu margem para se falar do transporte utilizado, grande parte são carretas. Laurits enumerou algumas das desvantagens desse transporte relacionada à carga que tem que ser transportada. A principal de todas é a distância percorrida, que é muito grande. Ou seja, transportar cargas volumosas em carretas por distâncias muito grande vem acarretando muito prejuízo.

Ainda dentro do assunto distância e localidade, ele comentou que muitas pessoas, inclusive moradores da região, afirmam que o Amazonas, que Manaus é longe. E ele questiona: longe do quê? Da onde ? Se seguirmos sua linha de raciocínio, a China é longe, e não o Amazonas, que fica no meio do caminho entre os dois oceanos, entre os dois hemisférios. E assim como a China vem ganhando seu espaço no mercado internacional, o Amazonas pode também vir a ganhá-lo, ainda contando com algumas facilidades as quais a China não teve.

Laurits ainda voltou um pouco e explicou por que a BR 319 não é a solução para o problema de transporte no Amazonas. Ele se diz a favor do empreendimento, mas diz que por si só essa obra não vai resolver o problema da distância, por favorecer o uso das carretas e caminhões no transporte, o que ele já havia comentado ser uma desvantagem.

A respeito do Terminal Portuário das Lajes, Laurits forneceu todo o tipo de informação: desde a empresa responsável pelo projeto, a Log In Intermodal S/A , até os benefícios para a população, principalmente para a comunidade da Colônia do Aleixo, onde é situada a obra. Dentre as questões polêmicas, como a localização, ele explicou e mostrou que a obra se encontra abaixo da localização do Encontro das Águas, logo não teria como influenciar ou danificar a area. Ele acrescentou ainda que aquela localização é única na cidade que favorece a construção do Porto, por questões de terreno e logística. Ele também apontou que já existe portos e construções na margem que fica próxima ao Encontro das Águas e que oferecem sim risco para a área. Com isso, ele fechou a questão da localização.

Laurits fechou a palestra comentando sobre o grande erro cometido por ele e pela Log In: não se comunicar com a população. Ele alegou que achava que o projeto seria bem recebido por todos, visto os benefícios que traria para a região. Mas não contou com a concorrência que estava preocupada em perder mercado e logo apontou os possíveis danos ambientais que o projeto iria trazer para a cidade, convencendo a população de que o projeto era inviável.

Espero que isso dê uma clareada nas ideias ;D

Um pouco mais de mim mesma

Hoje resolvi fazer um daqueles posts pessoais…

Não, não vou falar da minha vida de drama e trabalhos e e e… Vou falar de coisas que eu gosto por demais. E dessa eu já falei um pouco e quem me conhece sempre ouve de mim: esmaltes *-*

Então, se você já está cansado de ouvir falar desse assunto por mim ou por qualquer outro meio, pare aqui. Mas se você ainda tem saco pra isso, let’s go.

Basicamente, não vou falar o que eu sei sobre o assunto, até porque sou nova no meio. Mas vou compartilhar algo sim, a minha coleçãozinha *-*

clica pra ver maior

Então, tuuuudo começou quando eu tinha uns 14,15 anos. Eu não tinha nenhum esmalte e nenhum interesse no assunto. Minha mãe costumava fazer a unha toda semana. Aí ela arranjou uma manicure que ia em casa. O que mais eu poderia querer? Foi a melhor época da minha vida (*drama*). Cheguei a fazer unha dormindo uma vez x=

Isso durou mais de um ano eu acho. Aí problemas da vida ocorreram, a manicure sumiu. Admito que fiquei acostumada a fazer a unha toda semana, mas a preguiça sempre foi mais forte. Ia uma vez ou outra no salão. Aí beleza, surgiu o Canadá na minha vida. No dia da minha fextinha de despedida, a Juh me deu três vidrinhos de esmalte da Impala. Acho que foram os primeiros que tive. Definitivamente foram os primeiros da minha coleção.

O Laranja, o Verde e o Pistache foram os meus primeiros

Aí fui pro Canadá. E tudo começou. Manicure lá é a coisa mais cara do mundo (*drama*). Tinha que fazer a unha em casa mesmo. Só que três esmaltes não eram o bastante pra passar seis meses lá. Na minha primeira visita ao Shopping, encontrei um salão que vendia vááááários esmaltes da OPI, que até então NUNCA tinha ouvido falar #fail

Meus preferidos(so far) *-*

Fui comprando um, dois, três… acabei com sete. Eles são lindos! E o que me ganhou mesmo foi os nomes das ‘cores’. A OPI se amarra num trocadilho: Over the Taupe, Big Apple Red, Green-wich Village, A Man In Every Port-Ugal… Além das cores diferentes e do pincel magnífico.

Nos shoppings também encontrei Claire’s, umas lojas super fofinhas com coisas gays, e esmaltes.

Estão sujinhos por causa de um pequeno acidente esmaltístico!

Meus ‘pais’ do Canadá logo notaram minha queda por esmaltes. A Cora era TÃO legal que as vezes eu chegava em casa e ela tinha um esmalte pra me dar *-*

O Verona é o único dessa foto que não foi a Cora que me deu!

Aí foi que eu realmente comecei a curtir esmaltes. Voltei pro Brasil e ainda comprei alguns esmaltes da OPI pela internet ( e pretendo comprar mais) e pelo menos uma vez por mês vou na Casa da Manicure aumentar minha coleção.

La Pogee

Colorama

Ludurana

Big Universo

São cerca de 50 esmaltes. Não mais, já que fui hoje fazer compras e a coleção aumentou. Mas isso fica pra muito depois, pois não pretendo transformar o meu blog em um Loucas Por Esmalte, por exemplo.

Espero que tenha sido legal. Até a próxima =*

O Karma do Trânsito

Depois desses posts loucos da vida, resolvi fazer um do meio pessoal, digamos assim. Já faz um tempo (desde que voltei do Canadá, pra ser exata) que venho tentando me comportar no emaranhado de carros que é o trânsito de Manaus. Eu já ouvi falar de lugares piores, mas com certeza aqui não é fácil.

Eu não aprendi muito lá no Canadá não. Só observei e abstraí. Me acostumei a atravessar a rua e os carros pararem para mim. Foi engraçado no começo. Me acostumei também a ver diversos cruzamentos loucos e sem sinais, e nenhum acidente.

Mas nem vim aqui ficar revivendo minhas lembranças (<3)  do Canadá. Vim falar de Manaus mesmo.

boliche humaaaaaaaano o/

Pois é, de uns tempos pra cá, venho tentando me comportar no trânsito, porque não quero morrer mesmo. Mas as vezes a raiva é tanto que morrer parece melhor do que lidar com as eguices que a gente encontra por aí. BRINKS. Morrer nunca é melhor que nada. Ou não. Anyway, não quero morrer ainda, e nem no trânsito.

Aí tá. Outro dia estava eu linda e loira no trânsito levando meu brother pra aula. No Lato Sensu do Centro. Meio DIA. E ele mó agoniado com medo de se atrasar. De repente, eu paro e deixo um carro passar… TCHANRAN. Meu irmão ficou mó =OOOO

” – Tô atraaaasaaaaado. VAI LOGO!

– CALMA moleque. Tenho que ser legal. Já ouviu falar de Karma?

– Não.

*Pausa para explicar o que é KARMA*

Carma ou Karma é uma lei do Hinduismo que defende que qualquer ato, por mais insignificante, voltará ao individuo com igual impacto.

*Volta pra conversa*

– E o que que tem isso?

– E aí que se eu for legal com alguém, no futuro vão ser legal comigo também.”

Aí rolou mais algumas trocas de informação e TCHANRAN: quando eu precisei passar, me deixaram passar NA BOA SEM ME MATAR NEM NADA. Ai mostrei pra ele.

O que quero dizer com todo esse blablabla é que o trânsito é algo MUITO tenso. E sim, o Karma existe sim. Mas não espere ser legal 100% das vezes. Primeiro porque se você é MUITO legal, logo te fazem de bobo e acabam te estressando. Mas a ideia vale. Se ela alcançar muita gente, funciona. Se for só você… Bom, por experiência própria: você fica um pouco mais leve contribuindo pro trânsito ser menos caótico…

E por hoje é isso.

FICA A DICA!!